No Aprisco

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sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

"Liberdade, liberdade"

Por Dimas Oliveira
"Liberdade, liberdade, /Abre as asas sobre nós, /Das lutas, na tempestade, /Dá que ouçamos tua voz... /Nós achamos que é preciso cantar /Agora, mais que nunca, é preciso cantar.  /É preciso cantar e alegrar a cidade... /A tristeza que a gente tem, /Qualquer dia vai se acabar, /Todos vão sorrir, /Voltou a esperança /É o povo que dança /Contente da vida, /Feliz a cantar. /Porque são tantas coisas azuis /Há tão grandes promessas de luz, /Tanto amor para amar de que a gente nem sabe...
Seja o nosso País triunfante, /Livre terra de livres irmãos...
Abraham Lincoln: Pode-se enganar algumas pessoas todo o tempo; pode-se enganar todas as pessoas algum tempo; mas não se pode enganar todas as pessoas todo o tempo!
Voltaire: Não concordo com uma só palavra do que dizeis, mas defenderei até a morte vosso direito de dizê-las!
Mme. Roland, guilhotinada pela Revolução Francesa: Liberdade, liberdade, quantos crimes se cometem em teu nome!
Osório Duque Estrada: E o sol da liberdade em raios fúlgidos, brilhou no céu da Pátria nesse instante!
Castro Alves: Auriverde pendão da minha terra, que a brisa do Brasil beija e balança
Aristóteles: As tiranias são os mais frágeis governos!
John Fitzgerald Kennedy: Não pergunteis o que o país pode fazer por vós, mas sim o que podeis fazer pelo país!
Bernard Shaw: Há quem morra chorando pelo pobre: eu morrerei denunciando a pobreza!
Tiradentes: Cumpri minha palavra: Morro pela liberdade!
Artigo 141 da Constituição Brasileira: É livre a manifestação de pensamento!"
Excertos do espetáculo "Liberdade, Liberdade", de Millor Fernandes e Flávio Rangel, encenado em 1965, que 52 anos depois podem ser utilizados para reflexão sobre a situação do país.
Publicado no jornal "NoiteDia", edição desta sexta-feira, 17


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