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quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

"Renan inaugura no STF a politização do Judiciário"

Se o afastamento de Renan Calheiros da presidência do Senado foi um ato de "judicialização da política", como definem no Congresso as sentenças envolvendo parlamentares, a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de desautorizar um dos seus ministros, desrespeitado e até insultado na véspera pelo próprio senador, indica a "politização do Judiciário". Um "acordão" manteve Renan na presidência do Senado.
Estava escrito
A suspeita de "acordão" surgiu quando o ministro Celso de Mello foi o primeiro a votar. Como decano, ele é sempre o último a votar.
Seguindo o mestre
Quando Celso de Mello propôs a manutenção de Renan na presidência do Senado, outros ministros se sentiram encorajados a seguir seu voto.
Acordão com assessoria
Já pela manhã, para preparar o ambiente, o STF antecipou a jornalistas amigos que os ministros manteriam Renan na presidência do Senado.
Armação suprapartidária
Fontes ligadas ao STF garantem que participaram da armação pró-Renan políticos do PSDB, PMDB e PT, e até o Palácio do Planalto.
Tucanos na operação
No Supremo Tribunal Federal informa-se que o "acordão" para salvar Renan foi pilotado por vários políticos, incluindo os senadores tucanos Aécio Neves e Antonio Anastasia, ambos de Minas Gerais.
Ironia de ministro
Logo após a sessão de ontem do STF, o ministro Marco Aurélio foi convidado a conceder entrevista à rádio Bandeirantes, mas ele declinou se utilizando de ironia: "Procure o ministro Celso de Mello...". Ele se referia ao ministro que liderou a derrota da sua liminar.
Prisão domiciliar
Após a decisão que livrou Renan da perda da presidência do Senado, políticos já tentam articular no STF a prisão domiciliar para Eduardo Cunha, que ainda se encontra preso em Curitiba.
Lanterna de popa
O eventual substituto de Renan Calheiros na presidência do Senado, Jorge Viana (PT-AC), a qualquer momento pode virar réu no STF pelos crimes de sonegação, improbidade, abuso de poder político etc.
Pensando bem...
...o STF decidiu que Renan Calheiros não tem a ficha suficientemente limpa para presidir a República, mas para presidir o Senado, vá lá.
Fonte: Claudio Humberto

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