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sexta-feira, 4 de novembro de 2016

"Quem é Huma Abedin?"

Não parece muito estranho que uma pessoa criada como muçulmana na Arábia Saudita, mal chegada de volta aos EUA (menos de dois anos depois), aparentemente revogue sua fé de toda a vida para se instalar no centro do poder americano, o "Grande Satã"?

Por Heitor de Paola

Recentemente Donald Trump acusou os Clinton de constituírem uma quadrilha de bandidos e afirmou que Hillary irá para a cadeia se ele vencer.
Paranoia! Teoria da conspiração!, gritou a imprensa chapa branca no Brasil, fazendo coro à única fonte de que se nutrem nossos jornalecos e TVs de quinta categoria: o New York Times e o Washington Post, porta-vozes da organização criminosa chamada Partido Democrata, em cujos seios mamam avidamente nossos partidecos, principalmente o social-globalista PSDB. Este é chamado aqui de "centro-direita" numa total corrupção de ideias para enganar eleitores conservadores.
Quando advertimos que o PT estava montando no Brasil uma organização criminosa foi a mesma coisa, e hoje, o que isso quer dizer? Se o FBI conseguir montar uma operação tipo Lava Jato - seria melhor White House Cleaner - veremos a mesma decepção dos eternos facínoras e seus idiotas úteis.
A misteriosa assessora número 1 de Hillary
Huma Abedin, nascida em 1976 de uma mãe paquistanesa e um pai indiano, ambos muçulmanos, nasceu em Kalamazoo, nos EUA e aos dois anos de idade foi com seus pais para a Arábia Saudita. Estudou na George Washington University e em 1996, começou a trabalhar como estagiária na Casa Branca como assistente da Primeira Dama Hillary Clinton.  As duas estão juntas desde então. Tornou-se secretária assistente do Departamento de Estado em 2008, assessorando Hillary em suas obrigações oficiais e também em sua vida privada nos últimos 17 anos. (Veja galeria de 17 fotos aqui)
Tornou-se uma espécie de figura mítica por seus talentos e atributos, sendo permanentemente aplaudida. Mandy Grunwald disse à revista Vogue: "ela está sempre pensando três passos a frente de Hillary". "Não estou certa se Hillary poderia sequer sair à rua sem Huma".
Segundo Mike Feldman, assessor de Al Gore: "Se a campanha está enfadonha, difícil de conter, decisões precisam ser tomadas num átimo, você precisa ter alguém com quem contar: olhe-as juntas, há uma comunicação não-verbal entre elas. Às vezes é apenas um aceno e a senadora (Hillary) sabe o que deve fazer em qualquer situação".
Segundo a própria Hillary: "Huma tem a energia de uma mulher de 20, a confiança de uma de 30, a experiência de uma de 40 e a graça de quem está com 50. Ela é atemporal, esta combinação de equilíbrio, gentileza e inteligência é raramente encontrada e tenho sorte dela estar na minha equipe há já uma década" (declaração de 2008).
As atividades pouco conhecidas de Huma
Trabalhou para um jornal muçulmano radical por 12 anos, no qual os direitos das mulheres são criticados e os EUA considerados culpados pelos ataques terroristas de 11 de setembro.
Huma era diretora assistente do jornal muçulmano Minority Affairs, trabalhando para sua mãe, Saleha Mahmood Abedin, a editora-chefe e também delegada da Muslim World League para a conferência da ONU sobre as mulheres. Outras pessoas da família foram empregadas no mesmo jornal. Huma começou a trabalhar no jornal em 1996 e saiu pouco depois para se tornar estagiária na Casa Branca e assessora de Hillary.
Os artigos desse jornal, além de culparem os EUA pelo terrorismo islâmico defendiam que as mulheres devem ser subservientes aos homens e até racionalizavam os abusos domésticos. Num dos artigos escritos por sua mãe, Saleha M. Abedin, em 1996, Hillary e outros conferencistas são criticados porque "defendiam uma agenda feminista agressiva e radical, anti-islâmica e totalmente errada por defender a igualdade das mulheres". Para ela, aumentar o poder das mulheres fazia mais mal do que bem à causa das mulheres, pois "colocando as mulheres sob o cuidado e proteção dos homens os valores islâmicos geram um senso de compaixão nas relações familiares".
Quando o New York Post publicou estas informações, a campanha de Hillary respondeu que Huma não tinha papel ativo na publicação. "Meu entendimento, disse o porta-voz de Hillary, Nick Merrill, é que seu nome simplesmente estava listado no topo da primeira página, mas ela não era mais editora da publicação".
Atividades sob investigação do FBI
Huma acumulou outros empregos incompatíveis com as informações secretas a que tinha acesso: trabalha para firma de consultoria Teneo Holding, de propriedade do ex- assessor de Bil Clinton, Douglas Band, é assessora pessoal de Hillary e funcionária top da Clinton Foundation.
Como assessora pessoal vem utilizando o mesmo servidor pessoal de Hillary e compartilhando com seu quase ex-marido Anthony Weiner, acusado de vários escândalos sexuais inclusive com menores de idade.
Por estas razões está sendo investigada por empregos externos enquanto trabalhava no Departamento de Estado, registros de seus empregos e e-mails e testemunhos na House Benghazi Committee.
Donald Trump avisou meses atrás que Huma Abedin poderia passar material secreto para seu marido dissoluto. Por esta razão, ele entrou no radar do FBI e, consequentemente,  seus smartphones, tablets e computadores.
Na última investigação vazou o telefonema dela para um amigo em Benghazi para se informar sobre o ataque que matou o embaixador americano na Líbia, J. Christopher Stevens, e três soldados. (Ver depoimento aqui, principalmente da página 20 em diante.)
Atividades de seu pai (ao qual Huma continuou ligada até sua morte)
Syed Abedin resumiu sua visão da Sharia e como o mundo ocidental se tornou "hostil" ao Islã durante uma longa entrevista gravada em vídeo que lança uma nova luz  sobre a visão de mundo do recluso pensador, de acordo com uma sequência obtida pelo Washington Free Beacon.
Abedin, um scholar muçulmano ligado ao governo da Arábia Saudita até sua morte em 1993, permaneceu uma espécie de mistério, até que a mídia focou em sua filha Huma, a principal assessora da campanha de Hillary Clinton que recentemente anunciou sua separação do marido Anthony Weiner, depois de múltiplos escândalos sexuais.
Syed Abedin explicou sua visão do mundo Islâmico e da sua expansão durante uma entrevista intitulada The World of Islam, levada ao ar pela Western Michigan University Television.
Abedin disse que os países árabes devem policiar a aplicação estrita da Sharia e explicou porque a maioria dos muçulmanos vêm Israel e o mundo ocidental primariamente em termos "hostis".
O vídeo abre uma janela para enxergarmos a ideologia da família Abedin, investigada por acusações de conexão com a Irmandade Muçulmana. Abedin que era, então, professor de estudos gerais em universidades, disse que a intervenção ocidental no mundo árabe provocou um retrocesso entre muitos fiéis muçulmanos.
"A resposta ao Ocidente foi de duas formas", disse ele, "principalmente, a resposta tomou uma forma muito hostil".
"O primeiro impulso num muçulmano mediano no mundo islâmico é que esta maneira de tomar de empréstimo (culturalmente) o que seria um fator estrangeiro em nosso tecido cultural, destruiria a integridade de nosso ethos... a integridadede da nossa cultura", acrescentou.
Numa outra discussão sobre o papel do Estado na vida pessoal, Abedin disse que é necessário policiar a aplicação da Sharia.
"O Estado tem que tomar o comando" no país muçulmano, argumentou. "O Estado tem tomado o comando em muitos países (...) onde o Estado está hoje supervisionando que as relações pessoais ocorram com base no Islã. O Estado também sob o Islã, tem o direito de interferir em alguns desses direitos concedidos ao indivíduo pela Sharia".
Comentários
Apesar de Huma ter expostas suas ligações com a Irmandade Muçulmana e o apoio aos sequestros de aviões em 11/9/2001, pouco foi divulgado.
Não parece muito estranho que uma pessoa criada como muçulmana na Arábia Saudita, mal chegada de volta aos EUA (menos de dois anos depois), aparentemente revogue sua fé de toda a vida para se instalar no centro do poder americano, o "Grande Satã"? Quando terminou o governo de Bill Clinton em 2001 a 2009 continuou como assessora pessoal e institucional da ex-primeira dama e recém-eleita senadora Hillary. Hoje, é o elemento chave da campanha democrata.
Também não parece estranho que o presidente eleito em 2008 tenha se curvado abjetamente ao Rei Fahd da Arábia Saudita, defendido sempre o Islã - até mentindo sobre uma suposta influência islâmica na formação dos EUA - fazendo o acordo suicida com o Irã e apoiado os rebeldes da "primavera árabe"?
Mais sobre os Clinton e o Partido Democrata em breve.
Seleção de textos, comentários e traduções de Heitor De Paola.
http://www.heitordepaola.com/
Fonte: "Mídia Sem Máscara"

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