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sexta-feira, 23 de setembro de 2016

Possibilidade de mudança no cenário é diminuta

Por Dimas Oliveira
A pouco mais de uma semana das eleições municipais é diminuta a possibilidade de mudança no cenário político de Feira de Santana. Os adversários e certos analistas mantém otimismo e consideram que pesquisas não define eleição.
Na segunda pesquisa, divulgada no dia 15, o prefeito José Ronaldo, candidato à reeleição, apresentou vantagem em todos os itens elencados:
Votação estimulada - 70%; votação espontânea - 64%; otos válidos - 75%; margem de erro - 79% (para mais); citação número candidato - 65%; possibilidade de segundo turno - 75%; quem será o próximo prefeito - 77%; e menor rejeição - 10%. Além disso, tem administração com avaliação de 91% (ótima, boa e regular) e governo com aprovação de 80%.
São números adjetiváveis como acachapantes, assombrosos, esmagadores, excepcionais, extraordinários, fenomenais, indiscutíveis, irrefutáveis e singulares.
Nenhum outro candidato no país apresenta situação similar.
A terceira e última pesquisa do Ibope deve ter sido divulgada na quinta-feira, 29 e a tendência era de manutenção do quadro com a diferença disparada do prefeito José Ronaldo em relação aos demais candidatos.
Todo o eleitorado de Feira de Santana é de 397.590 pessoas. No dia da votação, 2 de outubro, nem todos devem comparecer - o nível de abstenção médio tem sido em torno de 20% do eleitorado, como nas eleições de 2014.
Ainda votos brancos e nulos, dos eleitores que compareceram às urnas mas anularam seus votos.
Consolidados os números e confirmando a reeleição, José Ronaldo será o primeiro prefeito de Feira de Santana a conseguir quatro mandatos. Mantendo a média de votação, deve ultrapassar os 200 mil votos - foram 195.967 em 2012.
Coluna publicada no jornal "NoiteDia", edição desta sexta-feira, 23

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