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sexta-feira, 25 de março de 2016

"Governo avaliou usar modelo chavista de golpe"



Chefes militares informaram a oposição, em reuniões secretas, que o governo discutia a adoção de medidas semelhantes àquelas utilizadas na Venezuela para sufocar os protestos de rua. Houve inclusive tratativas com próceres da semi-ditadura venezuelana. O plano era decretar "Estado de Defesa", suspendendo direitos fundamentais, como de reunião (e manifestação) e sigilos telefônicos e de correspondência.
Para calar as ruas
O pretexto do "Estado de Defesa" seria evitar "graves distúrbios" em cidades onde ocorreram as maiores manifestações, no dia 13.
Cerco popular
O Estado de Defesa esteve na iminência de ser decretado no dia em que 6 mil pessoas gritaram "renuncia, renuncia", diante do Planalto.
Gritos e choro
Fontes palacianas relatam que uma assustada Dilma gritou e chorou muito, ao se ver sitiada e retirada às pressas no Palácio do Planalto.
Jerico petista
Surgiu a ideia de jerico do "Estado de Defesa" após o protesto do dia 13, o maior da História, com o pânico a Dilma e de dirigentes do PT.
Fonte: Cláudio Humberto

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