Por Leonardo Bruno
Seria
falta demasiada de assunto falar de novelas da Globo, se elas não fossem tão
influentes a um povo carente de cultura e formação como o brasileiro. É notória
a intoxicação de agendas políticas por detrás de vários folhetins televisivos.
Uma dessas agendas diz respeito à pregação repetitiva, nauseante, quase como
que uma hipnose, da ideologia LGBT nas novelas da emissora Rede Globo. É um ato
infame, da mais completa covardia intelectual. Aquele cidadão comum (pego
desprevenido no cansaço do trabalho e depois do jantar) é bombardeado por
cacoetes mentais e raciocínios falaciosos implícitos, aos quais é induzido a
absorver sem pensar, desarmado que está pelo estratagema de propaganda
disfarçado de diversão.
Recentemente a Rede Globo mostrou em sua novela das oito "Amor à Vida" uma cena que deve ter passado despercebida do público, mas que nem por isso deixa de ser menos chocante. Resta-nos saber se há realmente "amor à vida" nos personagens da dita novela, já que a grande maioria dos indivíduos ali retratados é composta de criaturas desajustadas, perversas, sem a mínima noção de dignidade e moralidade. Existe amor à vida aí? Tenho lá minhas dúvidas.
Vamos à cena: uma dupla de gays resolve ter filhos. Procuravam mulheres que alugassem ou doassem seus ventres para gerá-los através de inseminação artificial. Um dos gays começa a se questionar sobre as qualidades da possível candidata a mulher doadora. Em conversa com seu amante, preocupava-se se a fêmea não passaria alguma herança genética ruim para seu futuro filho. Em outra cena duas mulheres surgem numa clínica de fertilização para oferecer a barriga, todas bonitas, como num processo de seleção natural. Se houve a intenção de transmitir alguma coisa positiva sobre os homossexuais, a mensagem subliminar ficou bastante clara: a mulher e a criança não são pessoas. São cobaias selecionadas em laboratório, para satisfazer o capricho narcisista de dois machos sexualmente imaturos. A mãe é um objeto descartável, misto de reles encubadeira viva e uma cadela com pedigree, enquanto a criança é um bichinho de estimação, um cachorrinho que pode ser vendido em qualquer pet shop.
Recentemente a Rede Globo mostrou em sua novela das oito "Amor à Vida" uma cena que deve ter passado despercebida do público, mas que nem por isso deixa de ser menos chocante. Resta-nos saber se há realmente "amor à vida" nos personagens da dita novela, já que a grande maioria dos indivíduos ali retratados é composta de criaturas desajustadas, perversas, sem a mínima noção de dignidade e moralidade. Existe amor à vida aí? Tenho lá minhas dúvidas.
Vamos à cena: uma dupla de gays resolve ter filhos. Procuravam mulheres que alugassem ou doassem seus ventres para gerá-los através de inseminação artificial. Um dos gays começa a se questionar sobre as qualidades da possível candidata a mulher doadora. Em conversa com seu amante, preocupava-se se a fêmea não passaria alguma herança genética ruim para seu futuro filho. Em outra cena duas mulheres surgem numa clínica de fertilização para oferecer a barriga, todas bonitas, como num processo de seleção natural. Se houve a intenção de transmitir alguma coisa positiva sobre os homossexuais, a mensagem subliminar ficou bastante clara: a mulher e a criança não são pessoas. São cobaias selecionadas em laboratório, para satisfazer o capricho narcisista de dois machos sexualmente imaturos. A mãe é um objeto descartável, misto de reles encubadeira viva e uma cadela com pedigree, enquanto a criança é um bichinho de estimação, um cachorrinho que pode ser vendido em qualquer pet shop.
A mulher e a criança são
duas figuras alienígenas desta relação. São coisificadas, conforme os abusos e
delírios homossexuais. A fria impessoalidade em relação à mulher, como a
geração artificial da criança, denuncia o desamor e desprezo pelos papéis da
família. Se os dois machos são incapazes de gerar uma vida por si
próprios, precisam apelar a métodos cada vez mais alienantes, manipulando
indivíduos fora de seu universo, envolvendo-os na loucura de sua alienação. Essa
criatura que irá nascer terá sua mãe excluída em sua vida. A criança só terá
intimidade com sua genitora no momento da gravidez. O amor natural que se
espera dos pais não existirá. O que se colocará no lugar é uma ficção
ideológica forjada por duplas desajustadas. A criança terá que se adequar a
essa nova loucura ficcional.
Os atores Thiago Fragoso e
Marcelo Anthony, que vivem a dupla gay da novela, já deram até entrevista
sobre o assunto. Thiago Fragoso diz que a "intenção é discutir a nova
família". Discutir como? Uma discussão se baseia no embate entre uma
posição ‘pró’ e noutra ‘contra’. A novela, ao imputar uma imagem fantasiosa e
idealizada sobre o tema, não tem a menor intenção de esclarecimento.
Ao aceitar esse jogo, a
própria fêmea se degrada, prostituindo sua maternidade. Será que veremos
feministas histéricas protestando contra o uso da mulher como mera ferramenta
ou cobaia? Decerto que não. O feminismo não foi feito para redimir a mulher e
sim para rebaixá-la moralmente. Para elas, a maternidade, por si só, constitui
algo indesejável, salvo, é claro, para o comércio. A regra geral da feminista é
a da esterilidade absoluta e do aborto. A feminista é a mulher do ventre morto.
Ou do ventre assassino.
Há outras implicações que
não podem ser ignoradas e envolvem a ciência. Até que ponto o uso do método
científico deve ultrapassar as relações éticas e morais, ao patrocinar as mais
aberrantes bizarrices? Desde quando a ciência está acima da dignidade humana e
do seu universo moral e familiar? Raras são as pessoas capazes de perceber que
a ciência pode simplesmente confiscar o processo da reprodução humana da
família e dos pais. Ao destruir os papéis da mãe e do pai na geração dos
filhos, o Estado ou qualquer entidade poderosa pode perfeitamente estatizar a
reprodução humana e usurpá-la de qualquer casal. O "Admirável Mundo
Novo" descrito por Aldous Huxley está mais próximo da realidade do que se
possa imaginar. A agenda gayzista é pouco mais que uma arma psicológica para
tirar a legitimidade e por fim destruir a família tradicional. Na verdade,
muito além das mulheres e crianças, a sociedade virou uma grande cobaia de um
experimento social. Esse experimento começa pela destruição do universo
familiar e de seus valores mais caros e termina pelos controles burocráticos e
ideológicos mais permissivos sobre toda a vida privada.
A notícia da semana, tão
relevante quanto as novelas da Globo, foi a tentativa de suicídio da filha de
Michael Jackson. Nossa época é insólita! Vivemos numa sociedade em que a
informação é cada vez mais fácil e cada vez mais inútil! Milhões de pessoas
ocupam suas mentes com idéias, mensagens, notícias e acontecimentos sem a menor
importância!
Entretanto, não custa nada
lembrar: essa jovem suicida foi gerada por inseminação artificial e barriga de
aluguel. Qualquer pessoa relativamente bem informada sabe que o falecido cantor
Michael Jackson era homossexual e pedófilo. Inclusive, a jovem é branca e
provavelmene não poderia ser filha natural do popstar. Michael Jackson, como
tantos gays narcisistas, não queria gerar filhos conforme à natureza. Criou sua
família biônica e fantasmagórica usando métodos artificiais.
Todavia, a mocinha,
riquinha, famosa e fútil resolveu cortar os pulsos e encher a cara de remédios.
A mídia inteira fez um escarcéu de sensacionalismo e o programa Fantástico
tocou num assunto muito "significativo": por que os filhos de
celebridades são tão problemáticos?
Eu me pergunto: será que
estes formadores de opinião débeis mentais da Rede Globo já ouviram falar da
palavra "amor"? Uma menina concebida como macaca de laboratório (e
não como fruto de uma relação de amor) obviamente terá problemas emocionais
sérios. O pai adotivo era um desajustado e desequilibrado notório. A mãe, uma
mulher completamente indiferente, que alugou sua barriga por dinheiro. O pai
biológico real? Não sabemos do paradeiro dele. Cadê o amor neste universo? Onde
estarão os laços que a vinculam à figura amorosa do pai e da mãe para marcar
presença em sua existência de filha? Essa jovem provavelmente nunca viveu uma
situação tão comum, tão corriqueira, como a de ter um pai e uma mãe próximos e
atuantes. Ela viveu sim a "nova família", esse núcleo degenerado
alardeado tão alegremente pelo atorzinho global travestido de personagem
homossexual.
A militância gayzista planeja
criar uma situação na qual milhares, senão milhões de crianças, se tornarão
carentes e desamparadas. Serão órfãs de referências éticas, morais e
psicológicas genuínas. Serão infelizes e depressivas, expostas a modelos
nocivos, embasados numa sucessão de mentiras inventadas por engenheiros sociais
e militantes socialistas, que alimentam as veleidades egocêntricas de um grupo
marginal. O que ocorre nos EUA, na Europa, como também no Brasil, ao modificar
radicalmente as leis, a Constituição e o direito civil, é um crime contra as
crianças, contra a família natural e contra a própria civilização.
Fonte: "Mídia Sem Máscara"

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