Graça Foster ainda está à mercê da herança maldita
do beijoqueiro
Foto: Reprodução
As razões para o afastamento
de Sérgio Gabrielli da presidência da Petrobras, em janeiro do ano passado,
parecem começar a ficar mais claras. Desde que assumiu o comando da
empresa, Graça Foster tenta desarmar, com a discrição possível, o verdadeiro
campo minado que lhe deixou seu antecessor. As minas são inúmeros contratos,
muitos dos quais assinados na área internacional, que não têm bom cheiro nem
boa consistência.
É foco particular da atenção da Sra. Foster, contrato assinado
na gestão Gabrielli com a Construtora Norberto Odebrecht, no valor de US$ 860
milhões, para prestação de serviços nas áreas de Segurança, Meio Ambiente e
Saúde nos Estados Unidos e países da América do Sul e a aquisição de refinaria
em Pasadena (Califórnia, EUA).
Segundo registrou o jornal Valor, esse
contrato vem sendo investigado internamente. O chefe da auditoria, Gerson Luiz
Gonçalves, o teria considerado como um dos piores que já vistos na história da
empresa.
Fonte: Cláudio Humberto


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