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terça-feira, 30 de abril de 2013

"Leitora protesta contra Lula como colunista da agência do NYT. Jornal explica"

Por Reinaldo Azevedo
Pois é… Depois que a agência do New York Times decidiu distribuir mensalmente um texto assinado por Lula - mas jamais escrito por ele, não importa o idioma -, o jornal começou a receber mensagens de protesto, como esta, que segue, publicada com uma resposta esclarecedora. Um ou outro hão de gritar: "Olha o preconceito ali, lembrando que o petista não concluiu ensino fundamental…". O ponto é outro: a questão é saber se Lula será o autor do texto distribuído. E todos sabem que não. Seguem a carta e a resposta.
A carta
Sou brasileira e moro nos Estados Unidos, em Nova York, desde 2010. Estou realmente chocada e surpresa com o fato de um jornal com tamanha influência e informação ter [entre os colunistas] Lula, do Brasil, um presidente que mal concluiu o ensino fundamental. Estou certa de que todo mundo sabe que sua reputação, no Brasil, está desabando. Nos últimos dois anos,  o seu partido e ele próprio foram alvos de muitas investigações criminais, e muitos de seus principais colaboradores foram condenados, neste ano, pelo Poder Judiciário no Brasil.
É lamentável! E o mais lamentável é um jornal como o New York Times dar algum crédito a um político decadente como esse. Não entendo.
Resposta do NYT
Obrigado por sua mensagem. O ex-presidente Lula não está escrevendo uma coluna para o Times. Ele está escrevendo uma coluna para a Agência do Times, que têm clientes em todo o mundo e vende seus serviços para outros veículos. O Times tem muitos outros colunistas como o presidente Lula, cujos textos são vendidos por intermédio do Times, como Richard Branson, Noam Chomsky, Mikhail Gorbachev e Jack Welch. Basicamente, o Times pega seus textos, molda-os em artigos e os oferece aos clientes. O presidente Lula não aparecerá regularmente nas páginas do Times ou do nytimes.com. Mais uma vez, obrigado por escrever.
Fonte: "Blog Reinaldo Azevedo"

Quarta noite do curso "Deus Provedor"

 
Nesta terça-feira, 30, a quarta das seis noites do curso "Deus Provedor", na Igreja Batista Bethânia, apresentado como "uma experiência cinematográfica inovadora no ensino de princípios financeiros".
Com Doralice, participo junto a quase uma centena de casais. Trata-se de uma ferramenta da Universidade da Família. À medida em que se assiste aos filmes discute-se o seu conteúdo, refletindo sobre implicações pessoais das narrativas bíblicas apresentadas. O pastor Sérgio Leitão de Souza atua como facilitador do "aprendizado por experiência".
Começou com "A Viúva e o Azeite","O Chamado de Jeremias" e "A Recompensa de Abraão", e nesta terça com "Abraão e Isaque" (Abraham and Isaac), de The Erwin Brothers, 19 minutos, com Dean Jones e Parker Hadley. Chuck Bentley é o produtor executivo, ele que é o presidente do Crown Financial Ministries, da série.
 

TRE realiza levantamento de documentos históricos


São materiais das décadas de 20, 40, 70 e 80
que exigem  reflexões acerca da história das eleições no Brasil

Na época em que o voto eletrônico era apenas uma previsão e as eleições eram realizadas em urnas de madeira, ninguém imaginava que no futuro os resultados sairiam em poucas horas. Os objetos utilizados nesses pleitos e outros documentos relevantes para a história das eleições no Brasil podem ser encontrados no Centro de Memória do Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA).
Exposição
No salão de entrada do TRE-BA, objetos históricos da Justiça Eleitoral baiana compõe o Memorial do Tribunal, que pode ser apreciado por qualquer cidadão que visitar a Corte. Muito mais do patrimônio histórico das Eleições no país também podem ser conferidas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) na exposição "Voto no Brasil: Uma História de Exclusões e Inclusões", aberta ao público até 19 de dezembro no Museu do TSE.
(Com informações da Assessoria de Comunicação do TRE-BA)

"Segredos do Vaticano" no programa "Livros em Revista"

O jornalista e pesquisador Sérgio Pereira Couto vasculhou arquivos secretos do Vaticano e participa do programa "Livros em Revista", nesta quinta-feira, 2 de maio, ao vivo, às 17 horas na www.tvgeracaoz.com.br. livrosemrevista@tvgeracaoz.com.br
Os programas anteriores poderão ser acessados no acervo, 24 horas por dia, todos os dias da semana. Acesse: www.tvgeracaoz.com.br
(Com informações de Ralph Peter Brammann)
 

Trailer de "Em Transe"


Trailer do filme de suspense "Em Transe", que tem lançamento nacional nesta sexta-feira, 3, no Orient Cineplace. Assista: http://youtu.be/iAdjlGojtlc

 

Trailer de "Somos Tão Jovens"


Trailer do drama brasileiro "Somos Tão Jovens", que tem lançamento nacional nesta sexta-feira, 3, no Orient Cineplace. Assista: http://youtu.be/BYeJzekMDUc

"Em Transe" e "Somos Tão Jovens"

 
Rosario Dawson e James McAvoy em "Em Transe"
 
Thiago Mendonça faz Renato Russo em "Somos Tão Jovens"
Fotos: Divulgação
 
Duas novidades nesta 19ª semana cinematográfica, no Orient Cineplace, a partir desta sexta-feira, 3. Ambas em lançamento nacional. Uma, o filme de suspense "Em Transe", de Danny Boyle. Outra, o drama brasileiro "Somos Tão Jovens", de Antônio Carlos da Fontoura, sobre Renato Russo.
No drama de suspense, "Em Transe" (Trance), Simon é um leiloeiro que se une a uma quadrilha para roubar uma obra de arte no valor de milhões de dólares. Mas, depois de sofrer uma pancada na cabeça durante o assalto, ele acorda para descobrir que não tem nenhuma lembrança de onde escondeu a pintura. Quando as ameaças físicas e tortura não produzem respostas, o líder da gangue contrata uma hipnoterapeuta para aprofundar os recessos mais sombrios da psique dele.
O drama "Somos Tão Jovens" conta a história da transformação de Renato Manfredini Jr. no mito Renato Russo, revelando como um rapaz de Brasília, no final da ditadura, criou canções como "Que País É Este", "Música Urbana", "Geração Coca-Cola", "Eduardo e Mônica" e "Faroeste Caboclo", verdadeiros hinos da juventude urbana dos anos 80 que continuam a ser cultuadas geração após geração por uma crescente legião de jovens fãs. Thiago Mendonça faz o cantor e compositor.
Apenas uma continuação nesta semana, a de "Homem de Ferro 3" (Iron Man 3), de Shane Black, que teve lançamento mundial na sexta-feira, 26 de abril. Segue em duas salas, incluindo na 3D, com uma sessão com cópia legendada. Trata-se da maior estreia deste ano, batendo recorde de público em todos os cantos.

Quatro anos do "Jornal da Manhã"


O programa "Jornal da Manhã", ancorado pelo radialista e jornalista Renato Ribeiro (Foto: Reprodução), na Rádio Jovem Pan, completa quatro anos nesta quarta-feira, 1º de maio. O jornalístico informativo é levado ao ar entre 7 e 8 horas.
 

Prestígio de Feira de Santana e elevação da cidade

Em postagem na manhã desta terça-feira, 30, o Blog Demais tratou sobre a realização do curso presencial "Nueva Gestión de Ciudades" (Nova Gestão de Cidades), que será realizado em Barcelona, na Espanha, durante três dias e meio, entre 27 e 30 de maio, com a participação de Feira de Santana, com secretário enviado pelo Governo Municipal.
O convite recebido do Observatorio de Cooperación Descentralizada e da Diputación de Barcelona junto com Goberna América Latina (Escuela de Política y Alto Gobierno) demonstra o prestígio de Feira de Santana na Rede de Cidades, construído nos dois primeiros mandatos do prefeito José Ronaldo de Carvalho, sendo consequência de viagens internacionais feitas entre 2001 e 2008, num intercâmbio que tem como desdobramento a abertura de portas e a elevação da cidade.
Representa ainda, como fruto, o estabelecimento de vínculos de colaboração e coordenação entre gestores das principais metrópoles da Europa e América Latina. 
A importância do curso está também no programa dirigido a 25 pessoas com "alta responsabilidade" na gestão de serviços públicos municipais na América Latina.

"Fenômenos da Estiagem" no Rotary Club


"Cópia do caxixi..."


Além de cópia deslavada do chocalho africano caxixi da capoeira, a caxirola de Carlinhos Brown custa R$ 29,00. Ongs africanas vendem o caxixi original por US$ 9,95 na Amazon.
...produz ruído ruim
A imprensa europeia ironizou a caxirola, transformada em artefato pela torcida baiana: "fez barulho pelas razões erradas". E pediu que seus ouvidos sejam poupados de ruído tão desagradável, na Copa.
Fonte: Claudio Humberto 

Feira de Santana no curso "Nueva Gestión de Ciudades" em Barcelona


O Observatorio de Cooperación Descentralizada e a Diputación de Barcelona junto com Goberna América Latina (Escuela de Política y Alto Gobierno) põe em marcha um programa de formação executiva dirigido a profissionais em atividade no âmbito de governos municipais, com a realização do curso "Nueva Gestión de Ciudades" (Nova Gestão de Cidades). 
Para o curso presencial em Barcelona, na Espanha, de três dias e meio, entre 27 e 30 de maio, a participação de Feira de Santana, com secretário enviado pelo Governo Municipal.
O propósito do curso é "reforçar e atualizar as capacidades e competências profissionais de equipes de governos municipais em conceitos, ferramentas e estratégias que permitam estruturar critérios orientados à tomadas de decisões para favorecer uma gestão integral do desenvolvimento econômico e social  no âmbito municipal".
O programa está dirigido a um máximo de 25 pessoas com "alta responsabilidade" na gestão de serviços públicos municipais na América Latina, assim como a dirigentes e gestores de cidades e do entorno econômico e social, gestores de empresas mistas e de empresas públicas.
O curso tem como objetivos "identificar boas práticas na gestão de serviços públicos das cidades, incluindo sua legislação, fases e estruturas para sua execução; analisar casos exitosos de colaboração público-privada; fortalecer as capacidades de planejamento de gestão de serviços públicos locais, através do intercâmbio de experiências no espaço euro latino-americano; desenvolver habilidades para identificar novos canais de financiamento envolvendo a todos os setores da economia produtiva; e estabelecer vínculos de colaboração e coordenação entre gestores das principais metrópoles da Europa e América Latina". 
Ao final do curso os participantes receberão um certificado de assistência referendado conjuntamente pelo Instituto Universitario Ortega y Gasset (Iuog) e pelo Instituto Barcelona de Estudios Internacionales (Ibei).

Sem educação


Num país sem educação querem que torcida de futebol seja educada. A massa ignara quer é circo, não é mesmo? Nem precisa de pão.

Jornal britânico ironiza caxirola



Em artigo publicado na manhã de domingo, 28, no jornal britânico "The Guardian", o jornalista John Grace ironiza a invenção musical de Carlinhos Brown para o Mundial de 2014. "Se você achou que as vuvuzelas eram ruins, espere até ouvir a caxirola, um pedaço de plástico verde e amarelo trazido a nós pelo Ministério do Esporte brasileiro", antecipa o texto intitulado "Caxirola: Poupe-nos do Som da Copa do Mundo 2014 do Brasil". 
A publicação define ironicamente o instrumento como um "chocalho glorificado" e o compara a um similar utilizado na Inglaterra em 1966 e que acabou banido dos estádios por ser considerado uma arma em potencial, devido ao seu formato. Na tarde de domingo, durante o clássico Bahia e Vitória, na Arena Fonte Nova, os torcedores do Bahia atiraram as caxirolas que foram entregues durante o início da partida no gramado, em protesto contra o placar do jogo.
Fonte: Claudio Humberto

Galeria de Ex-Prefeitos no Salão Nobre


As 36 fotografias - que estão sendo colorizadas digitalmente e uniformizadas em seu tamanho, além de colocadas em molduras - dos intendentes e prefeitos de Feira de Santana estão voltando para o Salão Nobre do Paço Municipal Maria Quitéria, para recompor a Galeria de Ex-Prefeitos. Antes da colorização, as fotos foram restauradas.


Não é com John Wayne


"Duelo ao Sol" (Duel in the Sun), de King Vidor, 1946, é um western clássico, com Gregory Peck, Jennifer Jones e Joseph Cotten. Na sua coluna desta terça-feira, 30, José Simão cita o filme como sendo estrelado por John Wayne: "(...) E a Dilma é muito chique, muito digna, mas continua andando como caubói. Sabe aquele caubói que puxaram o cavalo e ele continua andando? John Wayne em 'Duelo ao Sol'!(...)".
Será que ele vai fazer o reparo?

Deu em Claudio Humberto


Revisão de "Rio Vermelho"



John Wayne e Montgomery Clift em "Rio Vermelho"
Foto: Reprodução

"Rio Vermelho" (Red River), de Howard Hawks, 1948, é considerado como "um dos melhores westerns já feitos". Trata-se de uma "monumental, arrebatadora e vigorosa obra-prima", segundo a revista "Variety". Foi revisto na noite de segunda-feira, 29, no Telecine Cult.
Com John Wayne, Montgomery Clift (em sua estréia no cinema), Walter Brennan, Joanne Dru, John Ireland, Harry Carey Sr., Noah Beery, Jr., "Rio Vermelho" é uma aventura cheia de ação. Conta a história da primeira condução de gado pela chamada Trilha de Chisholm, do sul do Texas até o Kansas, em 1865. No caminho, o dono do gado tenta resolver conflito com seu filho adotivo, que se rebela contra sua tirania.
Um clássico do cinema.

segunda-feira, 29 de abril de 2013

Encontro de Casais da Bethânia


"Dilma acabou de descobrir em Campo Grande que a primeira vaia ninguém esquece"

Por Augusto Nunes
A carranca de Dilma Rousseff, eternizada no vídeo de 25 segundos - assista  http://youtu.be/sx-v7IXAbCo - , confirmou a regra sem exceções: a primeira vaia ninguém esquece. Nesta segunda-feira, a presidente em campanha pela reeleição baixou em Campo Grande para entregar 300 ônibus escolares, plantar promessas e colher a gratidão dos prefeitos de 78 cidades de Mato Grosso do Sul beneficiadas pela doação federal. Decerto confiantes nas pesquisas de popularidade encomendadas a comerciantes de estatísticas, os organizadores do comício esqueceram de providenciar uma plateia amestrada. E um ato de protesto que juntou centenas de produtores rurais apresentou Dilma ao Brasil real.
O vídeo que já nasceu histórico só registra os apupos que sublinharam a saudação do prefeito de Campo Grande, Alcides Bernal, à "melhor presidenta do país". Foi o recomeço da vaia que teve início quando o serviço de som anunciou a presença no palanque da superexecutiva de araque e permearam a curta fala em dilmês primitivo, coerentemente encerrada com um palavrório sem pé nem cabeça:
- Tem gente que acha que democracia é ausência de uns querendo uma coisa e outros querendo outra. Não é, não. Democracia é o fato de que há diferenças e de que a gente convive com elas, procura um ponto de equilíbrio e resolve as coisas. Eu não tenho problema nenhum, podem falar sem problema nenhum, só deixem eu concluir aqui o meu finalzinho, que eu estou no fim.
O que estava no fim era a discurseira. A convivência da presidente com o Brasil real mal começou. Foi só a primeira vaia.
Fonte: "Direto ao Ponto"

 

Preservação da memória cultural tem mais exemplos

A Fundação Senhor dos Passos promove na noite de sexta-feira, 17 de maio, às 20 horas, no Teatro Frei Felix de Pacatuba, no Centro Comunitário Ederval Falcão, o espetáculo "Tributo a Emílio Santiago", com o cantor feirense Djalma Ferreira interpretando sucessos como "Coisas do Coração", "Flor de Liz", "Perfume Siamês", "Saigon", "Tudo Que Se Quer", entre outros.
Na mesma noite, lançamento do Box 5 do projeto "Fragmentos da História de Feira de Santana", com os DVDs 9 – "Oydema - 20 Anos de Jornalismo" (Acervo Oydema Ferreira) e "Ana Botafogo na Earte" (Acervo Luiz Augusto Oliveira), e 10 - "Imagens de Feira de Santana" (Acervo TVE), "Micareta no Cajueiro Com Joãozinho Trinta" (Acervo João Marinho Gomes Júnior) e "Bloco da Uca" (Acervo Castro Produções).
Ainda o lançamento do do CD e DVD "Hino à Feira", de Georgina Erismann, "uma homenagem à Feira de Sant’Anna", com participação do Coral Santo Antonio e da Filarmônica Terpsícore Popular de Maragogipe.
Também o lançamento do livro "Memórias" com os números 1 (setembro de 1961) e 2 (novembro de 1963) da revista "Sertão", órgão da Associação Cultural Filinto Bastos, dirigido por Olney São Paulo e Fernando Ramos, trabalho organizado por Arcênio Oliveira e Carlos Brito.
A Fundação Senhor dos Passos continua promovendo a preservação da memória cultural de Feira de Santana, resgatando os acervos de imagens, vídeos, filmes e fotografias.

Alerta aos cristãos


Dra. Damares Alves alerta: "Querem destruir nossas crianças!"
Assista ao vídeo:
Fonte: YouTube

 

"Homem de Ferro 3" leva mais de 1,8 milhão de pessoas às salas de cinema no Brasil


O filme "Homem de Ferro 3", em exibição no país, inclusive em Feira de Santana, no Orient Cineplace, desde sexta-feira, 26, faturou mais de R$ 25 milhões durante os três primeiros dias em cartaz - até domingo, 28 -, segundo informações da consultoria Rentrak divulgadas nesta segunda-feira, 29.
Dirigido por Shane Black e estrelado novamente por Robert Downey Jr, o longa levou mais de 1,8 milhão de pessoas às salas de cinema no Brasil. Os números são os maiores para um filme que estreou em 2013.
Nos três primeiros dias de estréia, o filme faturou 195,3 milhões de dólares, computando a exibição em 42 países - ainda não foi lançado nos Estados Unidos, o que ocorre na sexta-feira, 3 de maio.
Neste terceiro filme da série, o herói Tony Stark (Robert Downey Jr.) precisa lidar com uma nova ameaça: o terrorista Mandarim (Ben Kingsley), que traz uma nova era de caos para os Estados Unidos. Stark sofre com ataques de ansiedade e precisa contar com a ajuda de Pepper Potts (com Gwyneth Paltrow), sua fiel companheira, para superar novos inimigos.

Padre é excomungado por se declarar a favor de homossexuais

O padre Roberto Francisco Daniel, 48, conhecido como padre Beto, que contrariou a Igreja Católica com declarações a favor de homossexuais, foi excomungado nesta segunda-feira, 29, pela Diocese de Bauru-SP, à qual estava subordinado.
Com a decisão, ele está proibido de celebrar missas e de receber a comunhão. Ele poderá receber a eucaristia somente na condição de leigo, mas desde que recorra da decisão e demonstre arrependimento pelos seus atos.
Um processo para a demissão de padre Beto, pela Santa Sé, foi aberto nesta segunda-feira por um juiz instrutor cuja identidade é mantida em segredo. O juiz proibiu também membros da igreja de falarem sobre o assunto.
Em nota, a Diocese de Bauru informa que o comportamento do pároco caracteriza heresia e cisma, condutas que ferem o cânone 1.364 do Código de Direito Canônico. A pena para esses delitos é a excomunhão.
"O referido padre feriu a Igreja com suas declarações consideradas graves contra os dogmas da fé católica, contra a moral e pela deliberada recusa de obediência ao seu pastor - obediência esta que prometera no dia de sua ordenação sacerdotal -, incorrendo, portanto, no gravíssimo delito de heresia e cisma", informa a nota.
O excomungado frequenta choperias, usa piercing, imagens do guerrilheiro Che Guevara e apresenta um programa de rádio AM no qual bebe e oferece bebida aos convidados.
Fonte: BOL Notícias


 

Festival do Minuto lança concurso com o tema "Ciência"


Melhores vídeos concorrem a R$ 10 mil em prêmios. Inscrições vão até 30 de agosto.

São aceitos vídeos de qualquer formato e que tenham até 60 segundos de duração

 
"Ciência". Nos deparamos com ela nas mínimas coisas do dia a dia - da lâmpada elétrica ao telefone celular, do banho quente aos tratamentos de saúde, da conservação ambiental ao uso da Internet. Por isso, o termo pode trazer inúmeras ideias! É nisso que aposta o concurso do Festival do Minuto, que conta com o apoio da Fapesp e está em sua segunda edição.
Para participar, nada melhor do que deixar a imaginação fluir sobre qualquer ciência, seja ela exata, humana ou sobre a vida. Ciência da computação, engenharia, física, matemática, química, zootecnia, botânica, biologia, antropologia... E, como sempre, valem vídeos de até 60 segundos em qualquer formato: filmes de animação, vídeos feitos com câmeras digitais, celular, ipad etc. O que importa, mais uma vez, é a criatividade. O concurso segue aberto até o dia 30 de agosto. Ao todo serão entregues R$ 10 mil em prêmios.
Os interessados - de todas as idades e de qualquer parte do mundo – podem inscrever seus vídeos. Regulamento e informações, além do envio do vídeo, estão disponíveis no site www.festivaldominuto.com.br.
Lembrando que quem tem até 14 anos deve se inscrever pelo Minuteen - www.minuteen.com.br, espaço dedicado a crianças e adolescentes que estão começando a familiarização com equipamentos digitais.
E há ainda o www.escoladominuto.com.br que dá dicas de como realizar um vídeo de um minuto. Trata-se de um portal que, após o preenchimento de um cadastro simples e rápido, exibe depoimentos de realizadores e dicas do curador e diretor de cinema Marcelo Masagão. Ele fornece dicas para a pesquisa de temas, de softwares de imagem e som, de iluminação, entre outros tópicos importantes para a produção e orientação dos vídeos.
Sobre a Fapesp, apoiadora do concurso
A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) é uma das mais importantes agências brasileiras de apoio à pesquisa científica. Criada em 1962, a Fapesp, ao longo dos seus 50 anos, concedeu cerca de 105 mil bolsas de pesquisa - da graduação ao pós-doutorado - e apoio a mais de 92 mil auxílios para pesquisadores do Estado de São Paulo. O apoio é dado a pesquisas em todas as áreas das ciências, bem como tecnologia, engenharia, artes e humanidades. A Fapesp também apoia pesquisas em áreas consideradas estratégicas para o País, por meio de programas em grandes temas, como biodiversidade, mudanças climáticas e bioenergia.
Para saber mais, acesse www.fapesp.br.
Sobre o Festival do Minuto
O Festival do Minuto foi criado no Brasil, em 1991, e propõe a produção de vídeos com até um minuto de duração. É, hoje, o maior festival de vídeos da América Latina e também o mais democrático, já que aceita contribuições de amadores e profissionais, indistintamente. A partir do evento brasileiro, o Festival do Minuto se espalhou para mais de 50 países, cada um com dinâmica e formato próprios. O acervo do Minuto inclui vídeos de inúmeros realizadores que hoje são conhecidos pela produção de longas-metragens, como os diretores Fernando Meirelles (Ensaio Sobre a Cegueira e Cidade de Deus,), Beto Brant (O Invasor, Eu receberia as piores notícias dos seus lindos lábios) e Tata Amaral (Antônia e Hoje).
Para saber mais, acesse www.festivaldominuto.com.br.
(Com informações de Viviane Carvalho, produtora do Festival do Minuto)

Audácia petista

André Setaro compartilhou no Facebook: "Há uma tentativa de transformar o Brasil num república bolivariana (minúscula mesmo!): sujeição do Judiciário ao congresso, jogo casuístico para deter candidaturas indesejáveis, cerceamento da liberdade de imprensa, e impedimento do Ministério Público de investigar os malfeitos. Mas a audácia petista não vai ficar, a 'falconaria' não pode vencer os valores democráticos e republicanos. Por que não fazer uma passeata monstro contra tais atos que atentam contra a democracia?"
 

Data de 2014

A Micareta 2014, 76ª edição da festa, será realizada de quinta-feira, 24, a domingo, 27 de abril.

"Bela e fera"

As Diretas tinham Fafá de Belém. Agora é Luana Piovani, revoltada no Twitter: "Bater boca com o capeta se preciso for. Sou brasileira e não me deixo vencer. Bora organizar tumulto na frente da casa da Dilma."
Fonte: Claudio Humberto

Lançamento de caxirola


 
Torcedores do Bahia deram outra destinação às caxirolas distribuídas antes da partida contra o Vitória, na tarde de domingo, 28, na Arena Fonte Nova. Eles lançaram o instrumento no gramado (Foto: Reprodução) em protesto contra a ruindade do time. O perigo é a "moda" pegar contra a ruindade da seleção brasileira.

"Luta de classes: bandidos já não aceitam vítimas com menos dinheiro do que eles. Ou metem fogo!"


Por Reinaldo Azevedo
A gangue que invadiu o consultório da dentista que Cinthya Magaly Moutinho de Souza já havia antes embebidos suas vítimas em álcool, mas nunca havia acendido o isqueiro. Segundo o depoimento dos assassinos, um fato foi determinante na decisão, o que o tal menor sem nome e sem rosto narrou com frieza burocrática à polícia. Jonathan, o tal que conduzia o Audi da mãe no assalto, tinha saído com o cartão de banco de Cinthya para fazer um saque. Ao constatar que só havia R$ 30 na conta, ficou furioso e ligou para seus comparsas. Estes, mais irritados ainda, resolveram matar a dentista queimada. Decidiriam "isqueirá-la". Os malditos já criaram até um verbo para o ato bárbaro.
Ou, como notou a minha mulher, eles não suportaram o fato de que a dentista que eles assaltavam era mais pobre do que eles próprios - que pobres não eram, é bom que fique claro. Eles não suportaram o fato de que aquela que eles assaltavam, e que ganhava a vida com o seu trabalho, tinha menos dinheiro do que eles próprios, canalhas que viviam do que arrancavam dos outros.
Se há alguma "luta de classes" nesse caso, como quer a delinquência moral pró-bandido que está presente em boa parte da imprensa brasileira, está no fato de que marginais endinheirados não toleraram o fato de encontrar pela frente uma vítima sem dinheiro. E aí eles a “insqueiraram”.
Infelizmente, nem Cinthya nem Victor Hugo Deppman sobreviveram para escrever um texto para a Folha. Ele teve os miolos espalhados na calçada. Ela virou carne queimada em alguns minutos. Não tiveram tempo de passar pela ascese sociológica que, ao chamar Justiça de vingança, advoga a impunidade e faz uma pacto com a bandidagem.
Fonte: "Blog Reinaldo Azevedo"

 

Deu em Claudio Humberto


domingo, 28 de abril de 2013

Indicação de vídeo


"Somos reféns da má consciência que santifica bandidos, tomando-os ou como vítimas passivas das condições sociais ou como militantes involuntários da igualdade"


Por Reinaldo Azevedo
Vejam este desenho do cartunista Henfil. Logo entenderão por que ele está aí. Volto em seguida.
Você que trabalha, você que estuda, você que estuda e trabalha, nós todos, enfim, somos reféns da má consciência disfarçada ou de generosidade humanista ou de sociologia da reparação, que permitem que facinorosos fiquem por aí, à solta, matando pessoas de bem. Vamos lá.
No texto que publiquei na tarde de ontem sobre a prisão dos assassinos da dentista Cinthya Magaly Moutinho de Souza, escrevi: "A depender de como caminhem as coisas, bastará, para aliviar parte da punição dos outros, que o menor assuma a responsabilidade. A sua 'não-pena' já está definida." Na mosca! Adivinhem o que aconteceu… Em depoimento à polícia, o tal menor assumiu a responsabilidade. Relatou a delegada do caso: "Ele [o menor] revelou que jogou álcool na dentista, que já estava amarrada, com as mãos para trás, e com o isqueiro ficou fingindo que iria colocar fogo para torturar. Até que, bravo porque o Jonathan [o que tinha pegado o cartão e saído para sacar dinheiro] ligou dizendo que, na conta, só havia R$ 30, disse que 'isqueirou' a moça e, de repente, o avental começou a pegar fogo, e ela incendiou. E ele conta isso como se estivesse falando sobre o capítulo de uma novela".
Era evidente! O menor daria um jeito de livrar um pouco a barra de seus companheiros. Isso já se tornou parte do jogo e do risco. O covarde fará 18 anos em junho. Como praticou crime hediondo, com dois meses a mais de vida, pegaria de 12 a 30 anos de cadeia e só teria direito ao regime de progressão depois de cumpridos dois quintos. Por causa de menos de 60 dias, esse monstro asqueroso será solto daqui a três anos. E estará pronto para "isqueirar" outras pessoas. Mas não há risco de isqueirar Maria do Rosário. Não há risco de isqueirar Gilberto Carvalho. Não há risco de isqueirar José Eduardo Cardozo. Não há risco de isqueirar Dilma Rousseff. Os seguranças não deixam. Nota: três anos é internação máxima. Pode sair antes, sim.
Era evidente que ele assumiria a culpa porque não é menos evidente que tem consciência da impunidade.
Um dia, já notei aqui, um desses esquerdistas de butique e botequim tentou ironizar o fato de eu usar esta expressão: "pessoas de bem". Seria, segundo entendi, o emblema do meu reacionarismo, do meu direitismo, da minha crueldade com o povo… Fôssemos opor a sua biografia à minha, do povo, aquele vagabundo moral não conhece a cara, a casa, os valores, as dificuldades, os anseios… Eu conheço. Para gente assim, escrevi no dia 24 de novembro de 2011 o texto Meus heróis não morreram de overdose. Alguns dos meus amigos de infância é que morreram no narcotráfico! E foi uma escolha!
Origem social não torna ninguém certo ou errado. Mas uma coisa eu posso assegurar, e o faço com a minha experiência de vida: pobre não é sinônimo de bandido; pobreza não é sinônimo de mau-caratismo; carência não é sinônimo de violência. "Ah, mas tudo isso ajuda…". Errado também! A bandidagem é que se aproveita da falta de estado nas áreas pobres do país e torna refém a população - majoritariamente composta de pessoas honestas. Existem pobres que não prestam. Existem ricos que não prestam. Existem remediados que não prestam. "Que diferença faz saber isso?" A diferença entre políticas públicas certas e erradas de combate à violência.
As pessoas comuns, todos nós, arcamos com o peso e com o risco de uma leitura sobre a violência que é de caráter, antes de mais nada, ideológico. A luta contra a ditadura no Brasil criou alguns mitos que se colaram à consciência dos ditos bem pensantes e lá ficam, punindo justamente os pobres que supostamente quer proteger. Lembrava-me - e acabei achando no Google, como vocês veem lá no alto - de um desenho do cartunista Henfil (1944-1988), que era, sem dúvida, um grande talento da esquerda. Morreu antes de o PT malufar… Vejam lá o "homem de bem", com cara de plutocrata, de gravata, pançudo, assaltado por um pivete de pés descalços, com trabuco na mão. O "burguês babaca" apela, claro, a um valor não menos "burguês": a vergonha. Vergonha? O que está de arma não mão responde: "Não! Mas tenho fome, serve?".
Os que se querem hoje de esquerda pararam aí. Atribuem a violência à pobreza e acham que suas agruras eliminam ou determinam os valores morais. Henfil estava longe de ser idiota. Sabia muito bem o que fazia. É evidente que seu desenho é uma metáfora - ou, mais apropriadamente - metonímia da luta de classes e, por óbvio, da luta armada. A decadência do marxismo e a inviabilidade do socialismo, de que o PT é a expressão mais eloquente, fizeram com que os neoesquerdistas passassem a confundir a luta por justiça com o crime. Assim, meus caros, não estranhem quando mensaleiros tomam o crime como luta por justiça…
O desenho do talentoso - e ideologicamente equivocado - Henfil é uma bobagem moral, é uma bobagem ética e uma mentira histórica estúpida. Não sei a sua data exata, mas deve ser do começo dos anos 1980. Atenção! Em 1980, a taxa de homicídios no Brasil era de 11,7 por 100 mil habitantes; saltou para 26,2 em 2010. Se ela tivesse se mantido como há 33 anos, quase 28 mil vidas seriam poupadas a cada ano. Nesse período, o Brasil se democratizou, os direitos humanos passaram a ser uma prioridade das políticas públicas, a miséria foi drasticamente reduzida, o ensino fundamental se universalizou, a saúde se expandiu enormemente, a expectativa de vida do brasileiro cresceu e, não custa lembrar, o partido de Henfil foi eleito três vezes para a Presidência da República. A taxa de homicídios por 100 mil habitantes cresceu 123%.
Drogas
A polícia informa que a quadrilha pode ter cometido oito crimes, quase todos em consultórios odontológicos - há um assalto a residência. Já haviam embebido antes vítimas em álcool, ameaçando incendiá-las. Tinham método. Chegavam a visitar previamente os locais como pacientes para facilitar o, digamos, trabalho posterior. Tanto os adultos presos como os dois menores "apreendidos" (é assim que se deve escrever por causa do ECA…) - um deles não participou desse assalto, mas dava abrigo aos comparsas - são usuários de drogas. Os dois ditos adolescentes já foram flagrados pela polícia portando drogas, mas era "só para consumo" e foram liberados.
E chegamos, assim, a mais uma das fantasias daquelas elites cruéis de que falo. Uma ong faz campanha na TV pela descriminação das drogas. Os juristas que elaboraram uma proposta de um novo Código Penal querem definir uma quantidade que vai distinguir consumo de tráfico: o suficiente para cinco dias - o deputado petista Paulo Teixeira (SP) quer dez. Ignoro se os facínoras que incendiaram a dentista (…) estavam, aquela hora, sob o efeito de alguma substância, mas não seria de estranhar.
A estupidez militante está transformando o consumidor de drogas apenas num "doente", num "dependente", numa "vítima", ignorando uma obviedade estupefaciente: para financiar o consumo, com alguma frequência, também se trafica. O deputado Osmar Terra (PMDB-RS), que fez um projeto endurecendo a pena para traficantes e criando um cadastro - não é de consumidores, é mentira! - de pessoas que se submetem a tratamento para que sua efetividade possa ser testada e acompanhada está sendo demonizado, transformado em vilão. Toma-se a realidade de classes médias abastadas, onde vigora o doce laxismo da impunidade, muito especialmente com as drogas, como medida da realidade brasileira.
"Ora, Reinaldo, esse horror aconteceu com as leis que temos." É verdade. Como sou uma pessoa lógica, parto do pressuposto de que à eventual descriminação corresponderá um aumento do consumo - como aconteceu em Portugal, realidade que vigaristas tentam esconder. E haverá mais "doidões" soltos por aí. "Talvez a dentista não tivesse morrido se aqueles caras pudessem comprar droga na padaria…" Uma ova! Eles não fazem o que fazem porque não podem comprar maconha ou crack na padaria. Eles não fazem o que fazem porque, a seu modo, lutam contra a lei antidrogas. Eles fazem o que fazem porque seu senso moral a tanto os autoriza. A depender da droga que consumam - com a descriminação, qualquer uma estaria à mão -, diminui substancialmente a distância entre matar e não matar.
Somos, reitero, reféns da má consciência que, no fim das contas, santifica o bandido, fazendo dele ou uma vítima das condições sociais perversas ou uma espécie de militante da igualdade social, ainda que possa não ter muita clareza disso.
Em nenhum país do mundo, pesquisem, a vida humana é tão barata como no Brasil. Em nenhum país do mundo o coro na imprensa em favor de penas menores para bandidos é mais forte e audível do que o de suas vítimas reais ou potenciais. Aprendemos a tratar delinquentes como heróis e já chegamos ao requinte, na campanha do desarmamento, de tratar "pessoas de bem" como bandidas. Três anos! É o tempo que nos separa do risco de topar na rua com o assassino de Victor Hugo Deppman ou de Cinthya Magaly Moutinho de Souza. Eles reconhecerão a nossa cara, a universal cara das vítimas. Mas nós estaremos impedidos de reconhecê-los.
Para encerrar: a falta de vergonha pode levar alguém a apontar uma arma para assaltar o outro. A fome não!
Fonte: "Blog Reinaldo Azevedo"

 

"A mão que embala o mal"


Por Mary Zaidan
Se o Ministério Público desagrada, reduza-se o poder do MP. Se o STF causa dissabores, cortem-se as asas do Supremo.
Se a imprensa critica e denuncia, controle-a. Essa é a lógica que impera no PT, partido que não se satisfaz com a maioria, nem mesmo acachapante.
Quer tanto a hegemonia plena que golpeia qualquer um que ouse discordar da ordem unida, cassando a palavra e o voto.
Que o digam os senadores Jorge Viana (AC) e Wellington Dias (PI), este último líder do PT, impedidos de discordar do prazo de vigência para as novas regras ditadas pelo governo para a criação de novos partidos.
Direta ou indiretamente, a mão e a mente do PT estão em todos os atos que castram os poderes daqueles que o perturbam.
Chegou ao cúmulo de fazer aprovar na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara um revide ao Supremo, que impôs reveses irrecuperáveis à imagem do PT.
Com votos dos mensaleiros José Genoíno e João Paulo Cunha, ambos do PT-SP, o projeto do deputado Nazareno Fonteles (PT-PI) retira prerrogativas constitucionais pétreas do STF, transferindo-as para o Parlamento.
A afronta foi tão assustadora que o aliado Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), presidente da Casa, antecipou-se em suspender a tramitação da matéria.
Pôs panos quentes, mas não conseguiu evitar o acirramento da crise com o STF, que o PT não se cansa de atiçar desde o julgamento do mensalão.
Na outra ponta, por meio do aliado Fernando Collor (PTB-AL), o PT tentou intimidar o procurador-geral da República Roberto Gurgel, inimigo número 1 do partido, com a ameaça de uma CPI.
A ideia não prosperou, mas o partido estimula o projeto que limita as possibilidades de investigação do MP. Ainda que o PT tergiverse e diga que nada tem com isso, a PEC de autoria do ex-delegado Lourival Mendes (PT do B-BA) dificilmente chegaria onde chegou sem o aval do partido.
Quanto à imprensa, repete sempre que pode: não vai abandonar o projeto de controle, que, sem pudor algum, chama de democratização.
O PT tem poder legítimo e popularidade recorde. Mas parece invejar o conforto totalitário do governo da Venezuela, nação com democracia de mentirinha, que acaba de receber, assim como a derrapante Argentina de Cristina Kirchner, mais afagos da presidente Dilma Rousseff.
Não se chegou ao absurdo da ditadura bolivariana que quer encarcerar o líder oposicionista e mandou cortar salários e vozes de parlamentares que não reconhecem a vitória de Nicolás Maduro, arremedo mal acabado de Hugo Chávez.
Mas o PT está se empenhando em aproximar-se de tais descalabros. Move-se para sufocar a oposição, anular o Judiciário e pôr rédeas na imprensa.
Mary Zaidan é jornalista. Trabalhou nos jornais "O Globo" e "O Estado de S. Paulo, em Brasília"

"A arte de Antonio Lucena"

Fonte: "Blog do Noblat"

Sessão de "Homem de Ferro 3" quase lotada

 
Sala quase lotada na sessão das 13h40 do Orient Cineplace, Multiplex do Boulevard Shopping, para assistência ao filme "Homem de Ferro 3", na tarde deste domingo, 28.

sábado, 27 de abril de 2013

Botafogo goleia e está na final da Taça Rio





Neto Eliot, botafoguense nato, curte vitória do Fogão
Foto: Álbum Facebook
 
O Botafogo, campeão da Taça Guanabara, está na final da Taça Rio. Na noite deste sábado, 27, o alvinegro goleou o Resende, no Estádio Raulino de Oliveira, em Volta Redonda, por 5 a 0. Dória, Lodeiro, Felyppe Gabriel. Rafael Marques e Seedorf marcaram os gols. Foi a maior goleada do time este ano. Com dois jogos da Copa do Brasil, o Botafogo completa 12 partidas invictas, com onze vitórias. São 30 gols marcados - no período de invencibilidade - e três sofridos.
Com melhor campanha, o Botafogo tem vantagem do empate na decisão. Como ganhou a Taça Guanabara, o time pode ser campeão carioca direto se conquistar a Taça Rio.

Filme cristão que emociona


 "Corajosos" (Courageous) é um filme cristão, produzido em 2011, pela Sherwood Pictures, com direção de Alex Kendrick, também o ator principal do drama, que trata sobre honra, família, principalmente sobre o papel do pai.
No filme, cinco homens - quatro deles policiais -, cinco pais, com suas famílias, e seus problemas, que aprendem a lidar com as dificuldades dentro de padrões bíblicos, tendo confiança em Deus.
Um filme com mensagem edificante, que emociona e vale a pena assistir. Foi visto na tarde/noite deste sábado, 27, no HBO.
 

"Os gatos-pingados na praça, a agressão à democracia e, de novo, o beijo na boca"


Por Reinaldo Azevedo

O que faz essa foto aí no alto, de Marlene Bergamo, da Folhapress? A personagem da direita é o deputado Jean Wyllys (PSOL-RL). A do meio não é, asseguro, a deputada Iriny Lopes (PT-ES), ex-ministra das Mulheres. É o cartunista Laerte. É aquele senhor que se declara bissexual (direito dele), que gosta de se vestir de mulher (direito dele) e que reivindica o "não direito dele" de usar o banheiro feminino quando vestido de "antropóloga" porque se considera "transgênera". Certo! Laerte quer balançar os seus balangandãs entre as mulheres e acha que a oposição à sua vontade é manifestação do mais odioso preconceito. Estou banalizando a sua figura e a sua luta? Não! Ele é que se envolveu num caso assim num restaurante. Não estou inventando nada. Vamos ver.
Alguns leitores me perguntam por que parei de tratar do "caso Marcos Feliciano" (PSC-SP), numa referência ao presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara, ou por que ignorei um evento de ontem, em São Paulo (a que se refere aquela foto), que deveria ter sido um estrondo e foi pouco além de alguns suspiros. Não parei. É que cansei de fazer parte, ainda que involuntariamente, da campanha eleitoral de 2014 do esperto Wyllys. Esse rapaz não precisará gastar um tostão para se reeleger com, sei lá, 10 ou 15 vezes mais votos do que os 13 mil conseguidos em 2010. Também Feliciano pode agregar alguns milhares aos 212 mil que teve - no seu caso, convenham, ele se tornou o antagonista preferencial dos politicamente corretos não por escolha pessoal.
Essa história já deu o que tinha de dar, não é? Os protagonistas da chanchada já souberam se aproveitar da oportunidade o bastante para lograr o seu intento. É um despropósito que setores importantes da imprensa brasileira tenham condescendido com assaltos reiterados a uma comissão da Câmara, ao arrepio da lei, do Regimento Interno da Casa, de tudo. E, por óbvio, ninguém precisa concordar com Feliciano.
Vejam só. O governo federal decide patrocinar uma emenda cujo objetivo principal, se não for o único, é criar facilidades adicionais para a eventual reeleição de Dilma. Cadê a gritaria? Um deputado petista apresenta uma emenda - e a CCJ a aprova, com os votos de dois mensaleiros condenados - que dá um golpe no Judiciário. O texto ameaça os direitos de todos - gays, héteros, homens, mulheres, brancos, pretos, pardos, corintianos, flamenguistas, amantes de comida japonesa… Cadê o beijo na boca de Fernandona? Cadê o beijo na boca de Fernandinha? Cadê aqueles bananas autoritários do "não me representa"?
Então vamos ver: um deputado contrário ao casamento gay e chegado a algumas declarações infelizes teria de ser arrancado quase aos tapas de uma comissão da Câmara, com o apoio, na prática, do presidente da Casa, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN). Mas uma proposta de golpe fascistoide no Supremo ou uma lei casuística só para privilegiar a presidente Dilma na disputa eleitoral passam em brancas nuvens.
Ou por outra: isso que chamam hoje em dia "opinião pública" não tem nada de público. Trata-se da opinião privada de grupos militantes que querem se impor pela força, pela gritaria e, de fato, pela violência. É com os direitos humanos mesmo que aquela turma está preocupada? Se é, a sua principal garantia está justamente na independência entre os Poderes.
Gatos-pingados na praça
Anunciou-se para ontem, com o apoio explícito da Folha, o maior jornal do país, uma concentração na Praça Roosevelt, em São Paulo, para protestar contra Feliciano. Reuniu, no máximo, 350 pessoas. Há quem diga que não havia mais de 200. Coloque lá um show de malabaristas ou de engolidores de espada, e se vai juntar mais gente.
As estrelas do evento eram justamente Laerte, na sua persona mulher (ou algo assim) e, claro!, Wyllys, o onipresente. Os 200 ou 300 da praça, com a representação que lhe foi conferida por ninguém, criaram a sua própria "Comissão Extraordinária de Direitos Humanos e Minorias". Então tá.
O evento foi anunciado com antecedência. Cartunistas da Folha promoveram um beijaço nas tirinhas do jornal - tudo selinho, sem língua; um deles, visivelmente, deu um jeito de recusar até o selinho… Nada de beijo francês nas tirinhas do jornal! Tudo muito pudico e respeitoso. Afinal, isso é política, companheiros, não sacanagem. Marcuse deve estar se revirando na tumba.
Noto: a praça pode abrigar manifestações assim. É do povo, e mesmo dos que ousam falar em seu nome, como o céu é do condor. Não tenho nada contra - e até apoio - protestos dessa natureza. Não sei se houve um beijaço no fim do evento. Ficaria bem. Mas continuo na minha campanha contra esses beijos que o padre Júlio Lancelotti poderia classificar de "higienistas", reacionários, que viraram a coqueluche dos bacanas que têm "posição".
Ignorei inicialmente o evento porque a gritaria de minorias, da forma como é manipulada pelas esquerdas, costuma ser uma forma de molestar os fundamentos da democracia e tem é de ser denunciada. Como o evento ocorreu numa praça, por mim, tudo bem! E estou ainda mais certo sobre esse caráter deletério dessa militância estridente quando constato que duas agressões óbvias aos valores democráticos são solenemente ignoradas pela turma.
Fonte: "Blog Reinaldo Azevedo"

Um clássico do cinema

"Conspiração do Silêncio" (Bad Day at Black Rock), de John Sturges, 1955, está entre os "1001 Filmes Para Ver Antes de Morrer", livro editado por Steven Jay Schneider. Foi revisto na tarde deste sábado, 27, no TCM.
A ação de passa em 1945, dois meses após o fim da Segunda Guerra Mundial. No vilarejo de Black Rock chega um idoso desconhecido, John J. Macreedy (Spencer Tracy), que tem só um braço. Apesar da sua idade e deficiência física, sua presença incomoda cada vez mais os moradores do local, em parte por ser o primeiro visitante em quatro anos - o trem nunca parava no lugar - e também por ficar cada vez mais claro que todos estão envolvidos em um segredo. Quando John J. diz que está procurando Komoko, um nipo-americano desaparecido, a tensão aumenta e parece que todos obedecem Reno Smith (Robert Ryan), o dono de Black Rock. O elenco é formado ainda por Anne Francis, Walter Brennan, Dean Jagger, Lee Marvin, Ernest Borgnine, John Ericson.
O filme está entre o western, o thriller e o gênero noir. A mensagem deixada é sobre tolerância racial. A ação dura um dia - o "dia ruim" do título original. Foi a primeira produção da Metro Goldwin Mayer em Cinemascope.  
Recebeu três indicações ao Oscar, nas categorias de Melhor Diretor, Melhor Ator (Spencer Tracy) e Melhor Roteiro. Spencer Tracy (Foto: Reprodução) ganhou o prêmio de Melhor Ator no Festival de Cannes.

Quando a Caravana da Cultura passou por Feira de Santana


Gilberto Duarte publicou no grupo Colégio Santanópolis:
A Caravana da Cultura passa por Feira de Santana trazendo como o nome diz, Cultura. Cinema, Artes Plásticas, Literatura, Teatro. Fim do Governo João Goulart. Na porta do Feira Tênis Clube: Gilberto Campos Ferreira, Antonio Miranda, Gilberto Duarte da Silva, Jaime Almeida, Paulo Emílio Salles Gomes (diretor da Cinemateca do Brasil), um casal de Brasília ligado ao teatro, Péricles Cunha e Antonio Álvaro Almeida. Nós demos suporte ao pessoal da Caravana da Cultura.

Deu em Claudio Humberto


sexta-feira, 26 de abril de 2013

Outra revisão de "E Agora Brilha o Sol"

Na tarde desta sexta-feira, 26, outra revisão - agora no Tele Cine Cult - do filme "E Agora Brilha o Sol", de Henry King, 1957, inspirado no livro "O Sol Também Se Levanta" (The Sun Also Rises), primeiro grande best seller de Ernest Hemingway, publicado em 1926.
Em 23 de agosto, depois de revisto em DVD - foi o primeiro filme assistido em 1965 - 388º no caderno de filmes -, no Cine Íris, a replicagem de postagem de então.
Como no livro trata sobre um grupo de expatriados americanos na Europa (França e Espanha) durante os anos 20 do século passado.
O título é retirado do livro de Eclesiastes 1: 5: "O sol também se levanta e o sol se põe, e se apressa para o local onde nasceu". Assim como o título o livro (e o filme) começa com outra citação de Eclesiastes, mais precisamente com o versículo anterior (1: 4): "Uma geração vai, e outra geração vem, mas a terra permanece eternamente".
Na trama, Jake (Tyrone Power) é um jornalista e ex-soldado americano que, junto a outros amigos escritores na mesma condição, passa a maior parte do tempo nos cafés parisienses, vivendo uma vida hedonista e sem rumo. Ele sofreu um ferimento de guerra que o deixou impotente, mas a luxuriosa lady Ashley (Ava Gardner, belíssima), noiva do beberrão Mike Campbell (Errol Flynn), insiste em perseguir um romance com o jornalista. Aliando-se a mais alguns amigos, como Robert Cohn (Mel Ferrer) e Bill Gorton (Eddie Albert) o grupo viaja até as touradas de Pamplona para ver o matador Pedro Romero (Robert Evans) e vive experiências no fogoso calor da Espanha.
Hemingway criou tipos humanos complexos, representando assim uma geração perdida, contaminada pela ironia e pelo vazio diante da vida, com valores morais destruídos. Solidão, morte, impossibilidade de amar são temas, assim como emoções reprimidas e valores enterrados. Tédio e álcool também.