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Rede Orient - A partir de quinta-feira, 14

Rede Orient - A partir de quinta-feira, 14
Orient Cineplace Boulevard - 15 - 18 (Dub) - 21 (Leg)

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Minissérie "José do Egito" - Diná, a filha sofrida de Jacó



Marcela Barrozo interpreta Diná na minissérie "José do Egito" da Rede Record 
Foto: Divulgação
 
Por Eliseu Antonio Gomes
A Rede Record levou ao ar o primeiro capítulo de "José do Egito", na noite de quarta-feira, 30. A atração teve como destaque a jovem atriz Marcela Barrozo, que interpreta Diná, a irmã de José que sofre violência sexual.
No roteiro, a garota sai de uma festa em que sua família está presente e vai atrás de José e o perde de vista. Seguindo o trajeto sozinha, ela encontra Siquem, filho de Hamor e este comete o abuso sexual. Após isso o rapaz quer reparar o erro casando-se com ela. A cerimônia é realizada segundo a tradição dos judeus. O desfecho disso é trágico, e ficou para o segundo capítulo da minissérie, cuja exibição está prevista para a próxima quarta-feira.
A passagem bíblica que narra esta história encontra-se no livro de Gênesis, capítulo 34.

Filmes de Exibição no Orient Cineplace



Período de 1 a 7 de fevereiro
LANÇAMENTO NACIONAL

CAÇA AOS GANGSTERES (The Gangster Squad), de Ruben Fleischer, 2012. Com Sean Penn, Josh Brolin, Ryan Gosling, Emma Stone, Nick Nolte e Robert Patrick. Ação. O mafioso Mickey Cohen comanda a cidade, recebendo os ganhos desonestos das drogas, armas, prostituição e das apostas feitas. Ele faz tudo isso com a proteção não só dos seus capangas, mas também dos policiais e políticos que estão sob seu controle. Uma pequena equipe secreta de policiais forasteiros do Departamento de Polícia de Los Angeles, liderada pelos sargentos John O'Mara e Jerry Wooters, se unem para tentar acabar com Cohen. Cópia dublada. Não recomendado para menores de 16 anos. Duração: 113 minutos. Horários: 13h45, 16h05, 18h40 e 21h0. Sala 1 (243 lugares).
CONTINUAÇÕES
O RESGATE (Stolen), de Simon West, 2012. Com Nicolas Cage e Josh Lucas. Ação e suspense. Will Montgomery é um ex-criminoso que tem apenas 12 horas para conseguir achar sua filha, mantida trancada no porta-malas de um táxi em Nova York por seu antigo parceiro no crime. Ele só vai entregá-la quando Will revelar o paradeiro dos 20 milhões de dólares que ele escondeu de seu último roubo. Em segunda semana. Cópia dublada. Não recomendado para menores de 14 anos. Duração: 96 minutos. Horários: 14h10, 18h30 e 20h40. Sala 2 (160 lugares).
DETONA RALPH (Wrack-It Ralph), de Rich Moore. Animação. Bandido de um jogo de fliperama está determinado a provar que pode ser um mocinho. Ralph quer muito ser tão adorado quanto seu adversário de jogo, o mocinho perfeito, Fix-It Felix. Será que ele vai perceber que é bom o bastante para se tornar um herói antes seja “fim de jogo” para todo o fliperama? Em quinta semana. Cópia dublada. Classificação: Livre. Duração: 107 minutos. Horário: 16h15. Sala 2.
DE PERNAS PRO AR, de Roberto Santucci, 2012. Com. Ingrid Guimarães, Heloísa Perissé, Bruno Garcia, Eriberto Leão e Maria Paula. Comédia. Alice aparece mais rica e poderosa, resultado do sucesso do Sexy Delícia. Entretanto, manter-se no topo causa mais estresse e ansiedade do que chegar até ele. Ela está com cada vez menos tempo para o marido, para o filho adolescente e para si mesma. E agora? Será que o casamento vai suportar a pressão? Em sexta semana. Não recomendável para menores de 12 anos. Duração: 103 minutos. Horários: 14h20, 16h40, 19 horas e 21h120. Sala 3 (167 lugares).
JOÃO E MARIA CAÇADORES DE BRUXAS (Hansel and Gretel Witch Hunters), de Tommy Wirkola, 2012.  Com Jeremy Renner, Gemma Arterton e Famke Janssen. Ação. Depois de pegarem um gostinho por sangue quando crianças, João e Maria se tornaram vigilantes extremos, determinados a defender seu povo. Agora, sem que eles saibam, João e Maria passaram a ser a caça e têm que enfrentar um mal muito maior do que as bruxas… seu passado. Em segunda semana. Cópia dublada. Não recomendado para menores de 14 anos. Duração: 83 minutos. Horários: 13 horas, 14h50, 16h50, 18h50 e 20h50. Em 3D. Sala 4 (264 lugares).
ENDEREÇO E TELEFONES
Orient Cineplace - Multiplex do Boulevard Shopping, telefax 3225-3185 e telefone 3610-1515 para saber informações sobre programas e horários.
(Com informações do Departamento de Marketing de Orient Cinemas)

Sem morte, nenhum destaque



A imprensa brasileira, ávida por tragédias, atuando com urubu no caso do inferninho de Santa Maria, não deu nenhum destaque ao acidente ocorrido na noite de quarta-feira, 30, em Porto Alegre, também no Rio Grande do Sul, na Arena Porto-Alegrense do Grêmio. Torcedores gremistas comemoram com "avalanche" - eles descem correndo as arquibancadas cada vez que o time marca um gol. 
A falta de destaque é porque não houve nenhuma vítima, nenhuma morte.
Recém-inaugurado, pelo visto, o estádio não oferece segurança aos torcedores e foi liberado pelas ditas "autoridades competentes".

Juraci Dórea monta obra em madeira e couro no campus da Uefs



Juraci Dórea monta escultura no campus da Uefs, em 2007
Foto: Edvan Barbosa

O artista plástico Juraci Dórea confecciona uma nova obra de arte para exposição no campus da Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs). Mais uma vez, ele vai retratar o cotidiano do homem nordestino com escultura em madeira e couro.
Uma obra semelhante, com cerca de cinco metros de altura, foi montada no campus por Dórea em outubro de 2007, por ocasião da 2º Conferência de Cultura da Bahia. A estrutura foi destruída pela ação do tempo, "o que já era esperado para uma obra efêmera", conforme explica Juraci Dórea. O trabalho, afirmou, integrou o Projeto Terra, que teve a participação de diversos artistas plásticos e consistiu na exposição de obras ao ar livre. 
"Nestes quase cinco anos, registramos, com fotografias e filmagens, o processo de transformação e observamos as modificações apresentadas, assim como fizeram outros artistas que participaram do Projeto Terra". Dentre as curiosidades observadas, o artista chama a atenção para o uso da estrutura por animais, como pássaros que construíram ninhos. 
Um trabalho artístico sobre o mesmo tema, de autoria de Juraci Dórea, integra o aspecto visual do centro de Feira de Santana. A madeira e o couro são retratados em estrutura de ferro nas cores cinza e amarelo. Está situada em frente ao Paço Municipal Maria Quitéria, na praça João Pedreira. 
Professor do Departamento de Letras e Artes da Uefs, Juraci Dórea Falcão é graduado em Arquitetura pela Universidade Federal da Bahia (Ufba). É pintor, desenhista, fotógrafo e programador visual, com exposição de obras no Brasil e no exterior. 
(Com informações da Assessoria de Comunicação da Uefs)

Aeroporto de Salvador tem pior desempenho



A Infraero publicou recentemente os números da movimentação aeroportuária de passageiros e carga de porão em 2012, e Salvador apresentou um dos piores crescimentos do país, com 1,6%de expansão no comparativo com o ano anterior.
Nos últimos quatro anos (2009 a 2012), o aeroporto da capital baiana foi o que menos cresceu dentre os 30 grandes e médios aeroportos do país, com 21% de aumento, contra uma média nacional de 50%. Aeroportos de outras capitais do Nordeste apresentaram expansão bem mais significativa no mesmo período: São Luís (102%), Aracaju (88,7%), Maceió (52%), Fortaleza (41,6%), Natal (40,5%). Apenas Recife teve uma movimentação aeroportuária fraca no período de 2009 a 2012, porém maior que a de Salvador, com 22%.
Vale destacar que dezembro último foi o mês de menor movimento no aeroporto de Salvador desde 2010, com uma redução de quase 9% em relação a 2011. E, pelo desempenho observado, até o final do Verão a movimentação no principal portão de entrada à capital baiana será também sofrível. Para o trade turístico, diversos fatores contribuíram para essa retração: o conhecido abandono da cidade e a redução da oferta de voos com aumento das tarifas aéreas. Mas sobre este último ponto cabe uma reflexão: se houvesse demanda, haveria redução de oferta?
Fonte: www.genteemercado.com.br

"Leia 'Mensalão', o livro do jornalista Merval Pereira. Chegou a hora de interpretar ainda mais o mundo!"



Por Reinaldo Azevedo
O maior e mais grave escândalo da história republicana - porque se tratou, além da roubalheira, de tentar golpear a democracia com a criação de um Congresso paralelo - ganhou há poucos dias outro livro: "Mensalão - O Dia a Dia do Mais Importante Julgamento da História Política do Brasil", do jornalista Merval Pereira, colunista do jornal "O Globo" (Editora Record) e comentarista da GloboNews e da CBN. Digo "outro" porque há a história lida e analisada pelo professor Marco Antonio Villa em "Mensalão" (Editora LeYa).
Com prefácio de Carlos Ayres Britto, ex-ministro do Supremo, que presidiu o julgamento, o livro traz os artigos escritos sobre o tema no Globo entre 2 de agosto e 11 de dezembro de 2012. Merval é um dos textos mais lúcidos e precisos da imprensa brasileira e tem um vício incurável: é dono das próprias ideias. Não integra as hostes crescentes dos que escrevem ou para agradar ou para não desagradar. Também não é do tipo que marcha no descompasso só para chamar a atenção. Aliás, esta é a acusação frequente que pesa contra os jornalistas independentes: porque eventualmente não seguem o ritmo da mediocridade influente, são, então, tachados de meros provocadores.
Merval sabe fazer a composição entre o detalhe e o conjunto, entre a parte e o todo. Ao longo dos textos, entendemos o fluxo da história, mas sem perder alguns detalhes saborosos que ilustram e iluminam a trajetória.
Leia-se este trecho de "Fugindo da cadeia", texto publicado no dia 15 de novembro de 2012:
É meio vergonhoso para o PT, há dez anos no poder, que a situação desumana de nosso sistema penitenciário vire tema de debate só agora que líderes petistas estão sendo condenados a penas que implicam necessariamente regime fechado.
Chega a ser patético que o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, no final das contas responsável pelo monitoramento das condições em que as penas são cumpridas, diga em público que preferiria morrer caso fosse condenado a muitos anos de prisão. Dois anos no cargo, e o ministro só se mobiliza para pôr a situação das prisões brasileiras em discussão no momento em que companheiros seus de partido são condenados a sentir na própria pele as situações degradantes a que presos comuns estão expostos há muitos e muitos anos, os dez últimos sob o comando do PT.
Também o ministro revisor Ricardo Lewandowski apressou-se a anunciar que muito provavelmente o ex-presidente do PT José Genoino vai cumprir sua pena em prisão domiciliar porque não há vagas nos estabelecimentos penais apropriados para reclusões em regime semiaberto. Para culminar, vem Dias Toffoli defender que as condenações restritivas da liberdade sejam trocadas por penas alternativas e multas em dinheiro. Tudo parece compor um quadro conspiratório para tentar evitar que os condenados pelo mensalão acabem indo para a cadeia, última barreira a ser superada para que a impunidade que vigora para crimes cometidos por poderosos e ricos deixe de ser a regra.
(…)
Voltei
Os artigos, uma vez reunidos em livro, ganham uma vida nova. No curso da leitura, entendemos com mais clareza as estratégias dos advogados dentro e fora dos tribunais, recuperamos o embate das teses jurídicas, lembramo-nos de detalhes das chicanas e reavivamos os valores, os bons valores, que fizeram com que as instituições brasileiras dissessem "não" aos golpistas.
Que o mensalão produza muito mais livros. Marx, bom frasista mesmo quando dizia as maiores cretinices, afirmou na "11ª Tese sobre Feuerbach": "Os filósofos apenas interpretaram o mundo de diferentes maneiras, trata-se, entretanto de transformá-lo”. Não há como salvar essa tolice mesmo no ambiente do texto original. Parece inteligência, mas é obscurantismo.
O nosso papel, o de filósofos, jornalistas, historiadores - cada trabalho com seu acento peculiar -, é mesmo este: interpretar o mundo. É o modo que temos de transformá-lo. De resto, ansiamos para que todos, mesmo os homens especialmente talhados para a "transformação", jamais abandonem a teoria e o pensamento.  Leiam “Mensalão”, um livro que ousa interpretar a realidade tendo como norte os fatos.
Fonte: "Blog Reinaldo Azevedo" 

Deu em Claudio Humberto


Convite da OLP



A Academia das Ciências de Lisboa, a Associação de Professores para a Educação Intercultural (Apedi), o Ciberdúvidas da Língua Portuguesa, o Observatório da Língua Portuguesa (OLP) e a Priberam convidam-no a participar na Conferência "A Sociedade Civil no Plano de Ação de Brasília".   
Poderá assistir à transmissão em direto desta Conferência na

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

"As Pernas de Dolores"




Entre os primeiros filmes assistidos por Dimas Oliveira, a visão no Cine Santanópolis, em 1960, com 12 anos, da deliciosa comédia musical alemã "As Pernas de Dolores" (Die Beine Von Dolores), de Géza Von Cziffra, 1957. Dolores Martens (Germaine Damar) é uma jovem que engana a seus pais dizendo  que trabalha à noite como enfermeira de uma clínica particular, quando, na verdade, trabalha como show girl. Ainda no elenco: Claus Biederstaedt, Grethe Weiser, Theo Linger e Ruth Stephan. Fez muito sucesso na época, com sessões lotadas. Pena que não se encontra disponível em DVD.

Aumento de combustível anula redução de tarifa de energia elétrica

O presidente nacional do Democratas, José Agripino, disse nesta quarta-feira, 30, que o aumento no combustível anula, totalmente, a redução nas tarifas de energia elétrica. Segundo ele, a medida anunciada pela presidenta Dilma Rousseff na semana passada está repleta de "dúvidas sobre sua sustentabilidade" e "mais ainda" sobre a confiabilidade em novos investimentos. "Uma semana depois, quase em silêncio, é a vez de o governo determinar o aumento dos combustíveis para socorrer a Petrobrás, por anos mal administrada", afirmou Agripino. "A decisão ainda foi tomada após seguidas medidas de indução à compra de automóveis, principalmente por brasileiros de menor renda", completou. Agripino diz ainda que espera uma nova manifestação de Dilma para que as "medidas contraditórias" se tornem compreensíveis. 
Fonte: Claudio Humberto

Alegria lulista


Entrevista de Silas Malafaia na "Istoé"



De Angra dos Reis, local escolhido para curtir 15 dias de férias em meio a passeios de lancha e banho de mar próximo às ilhas da região, o carioca Silas Malafaia, 54 anos, pregou a orelha no celular e, por quase duas horas, abriu o verbo. O líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo estava bravo depois de ser apontado pela revista americana "Forbes" como o terceiro pastor evangélico mais rico do País, com um patrimônio avaliado em aproximadamente R$ 300 milhões. Ele pretende acionar judicialmente a publicação e provar que a sua renda pessoal não chega a 2,5% do valor publicado. Um dos mais antigos tele-evangelistas do País, Malafaia é um ex-conferencista que se tornou pastor há apenas dois anos e meio e já administra 120 templos pelo Brasil. Nascido em Jacarepaguá, zona oeste do Rio, casado há 32 anos e pai de três filhos, o sacerdote conta que a maior oferta que um fiel deu em sua igreja foi de R$ 2 milhões e a sua editora fatura R$ 45 milhões por ano. É dele, ainda, a voz mais estridente contra o projeto de lei que criminaliza a homofobia.
Istoé - De onde vem o patrimônio?
Silas Malafaia - Da renda de venda de livros, de conferências, da minha editora (Editora Central Gospel), que fatura R$ 45 milhões por ano. Aí, a "Forbes" divulgar que o meu patrimônio pessoal é de R$ 300 milhões é uma sacanagem para dizer que pastor apanhou dinheiro dos otários. Que pastor é milionário porque tem um bando de babaca de quem ele toma dinheiro. Mas eu não vou tolerar isso.
Istoé - O que vai fazer?
Silas Malafaia - Vou ganhar dinheiro dos americanos (da "Forbes") lá na América, vou processá-los lá. A "Forbes" cometeu um equívoco grosseiro ao dizer que os dados são do Ministério Público e da Polícia Federal. Os dois órgãos não têm autoridade legal para passar dados de ninguém. Tentaram somar a arrecadação da Associação Vitória em Cristo, que não é minha, da Assembleia de Deus Vitória em Cristo, que não é minha, e da editora. Mas, se eu juntar os três, a arrecadação chega à metade do que disseram. Foi uma campanha sacana com subjetividade muito malandra. Ri quando vi a lista. Porque eu ter mais recursos que o R. R. Soares (da Igreja Internacional da Graça de Deus) é uma sacanagem com o R. R.
Istoé - O sr. é acusado até por evangélicos de vender bênçãos.
Silas Malafaia - Quem pensa assim é um estúpido! Acha que eu sou criança para vender bênçãos, rapaz! O que eu faço, e é bíblico, é liberar uma palavra profética.
Istoé - Arrecadar oferta por meio de máquina de cartão de débito e crédito não é comércio?
Silas Malafaia - A minha igreja tem desembargador, procurador, caras com doutorado. Vai dizer que a igreja evangélica só tem babaca, analfabeto, operário? Hoje a igreja evangélica é o extrato da sociedade: tem pobre, classe média e rico. Eu ganhei no meu aniversário uma Mercedes-Benz blindada de R$ 450 mil de um fiel, empresário rico, e não de um imbecil. Um dia, entro na minha empresa e está lá o carro com um laço em cima. Esse cara é um babaca que precisou ir à igreja para ficar rico? O cara é dono de uma frota de mais de 200 caminhões! É tolice achar que na minha igreja, onde tem desembargador e procurador, o malandro aqui está tomando dinheiro dessa turma. Eu dei o carro que eu ganhei para a igreja. Foi uma oferta para ajudar na construção do templo do Rio de Janeiro, uma sede provisória na Penha para seis mil pessoas sentadas. E repeti três vezes que não pedia para fazerem o mesmo.
Istoé - Qual a porcentagem de arrecadação da igreja por meio de cartões?
Silas Malafaia -  60% das ofertas na minha igreja vêm de cartões, algo entre R$ 25 milhões a R$ 30 milhões.
Istoé - E, no total, quanto a Vitória em Cristo arrecada de fiéis por ano?
Silas Malafaia -  No ano passado, uns R$ 50 milhões. O R. R. Soares e o Valdemiro (Santiago, líder da Igreja Mundial do Poder de Deus) devem arrecadar R$ 600 milhões de oferta e dízimo. A Universal do Reino de Deus uns R$ 2 bilhões.
Istoé - Qual a maior oferta que já recebeu?
Silas Malafaia -  Duas vezes por ano fazemos campanhas especiais por objetivos específicos. E peço ofertas assim: Quem sabe aqui vou ter um irmão que vai dar uma oferta acima de R$ 100 mil, R$ 10 mil, acima de R$ 1 mil, R$ 500, acima de R$ 100 e R$ 50. No resto do ano as ofertas são normais. A maior oferta que recebi de um fiel, um empresário, foi de R$ 2 milhões, em 2011.
Istoé - O sr. dirige o próprio carro, pega fila em banco, faz compra em supermercado?
Silas Malafaia - Eu dirijo. Por muito tempo era eu quem fazia compra no mercado. Hoje, não mais. Não sei o que é pegar uma fila de banco há uns dez anos. E não me faz falta. Mas tenho pegado fila em aeroporto. Tenho um avião executivo da Associação (Vitória em Cristo) que coloquei à venda faz seis meses porque é dispendioso para o que eu faço. É um avião grande (um Gulfstream, modelo G-III, ano 1986), para 11 pessoas, dá para ficar de pé nele. Paguei R$ 6,6 milhões em 2010 e, hoje, ele vale R$ 2,6 milhões. Tomei prejuízo. Quero um jato com custos de manutenção e operacionais mais baixos, para seis, sete passageiros. Avião é uma ferramenta que utilizo até seis dias por semana.
Istoé - Por que não tem templos fora do Brasil?
Silas Malafaia -  Com o mesmo montante de dinheiro com que inauguro dez igrejas o Valdemiro abre 70. É o estilo da igreja dele. Essas igrejas, do (Edir) Macedo (da Universal), Valdemiro e R.R. (Soares) são rotativas. Muita gente as procura para uma demanda, uma necessidade de momento. Na minha igreja, não. Aqui, o cara é fincado como um membro. O meu crescimento é mais consistente. Abri uma igreja em Curitiba para três mil pessoas sentadas. Aluguei a propriedade, mas gastamos lá R$ 7 milhões. Minhas igrejas são lindas, clean, nada luxuosas, mas hiperconfortáveis, com cadeiras, som, de primeira linha. Na igreja que estou fazendo na Penha, no Rio, vamos gastar R$ 12 milhões em obras. Esses caras abrem um salão e gastam com som, cadeira, uma pinturazinha, um conserto no banheiro, às vezes um ar-condicionado, uns 300 mil contos, irmão! Meu mundo é outro, mas chego lá.
Istoé - O sr. já presenciou um beijo de duas pessoas do mesmo sexo?
Silas Malafaia - Sim, em shopping. Senti repulsa. Deus fez macho e fêmea. Não conheço ordem cromossômica, hormônios ou sexo de homossexual. É um comportamento que não aceito e é um direito meu. E não aceitar não significa que quero destruir aquela pessoa. Na igreja, homossexualismo é pecado, como adultério e prostituição. Uma pesquisa americana mostra que 46% dos gays foram abusados ou violentados quando eram crianças ou adolescentes. Então, como é que o cara nasce gay? Não estou aqui para proibir ninguém de ser gay. Não quero é que o meu direito de me manifestar sobre o homossexualismo seja impedido. E o ativismo gay não suporta o contraditório.
Istoé - Quem o orientou sobre sexo?
Silas Malafaia -  A minha mãe. Meu pai é oficial da reserva, ex-combatente da Marinha, um cara reservado, sério. E minha mãe, pedagoga, psicóloga. Mas na igreja se aprende desde cedo sobre esses assuntos. Coisas como "você é homem, tem de se relacionar com uma menina, mas tem a hora certa, sexo só depois de casar..." Isso tudo que a Bíblia apresenta como regra para o cristão é ensinado desde cedo. Comecei a namorar a minha atual esposa com 14 anos. Ela tem um ano a menos. Casei com 21. Ela é minha primeira e única namorada. Eu casei virgem e ela também. Somos casados há 32 anos. Hoje, porém, chega na igreja garoto e garota com 16 anos com mais hora de cama do que piloto de Jumbo de voo.
Istoé - Por que a pressão dos evangélicos é tão grande para que o projeto de lei que trata da questão dos direitos dos homossexuais não passe no Senado?
Silas Malafaia - Os ativistas gays querem uma lei para calar qualquer um que fale contra a prática homossexual. Há uma diferença entre condenar uma conduta e discriminar uma pessoa. Eles é que têm medo da crítica por não ter convicção do que são. Porque, quando você tem convicção do que é, você discute. No Brasil, você pode criticar padre, pastor, jornalista, mas se criticar gay é ho-mo-fó-bi-co! O sindicato gay, que mama na teta e sobrevive de grana de governo e de estatais, diz ser homofobia quando alguém fala contra eles. Os evangélicos estão decidindo eleição. O pau está cantando e não vai ter moleza. Nessa questão de direitos dos homossexuais em que estamos batendo desde 2006, deputado e senador que votar pela aprovação do projeto vai dançar!
Istoé - Por que os sacerdotes católicos não criticam abertamente o projeto?
Silas Malafaia - Existem pedófilos e homossexuais na igreja evangélica? Claro que sim. Mas só por isso não posso falar sobre pedofilia e homossexualidade? Acho de uma covardia e omissão uma instituição tão poderosa, com tanto acesso à mídia como a Igreja Católica, se calar tanto. Ou então a maioria dos padres é homossexual – e aí tem de ficar calada mesmo.
Istoé - O deputado federal e homossexual Jean Wyllys (Psol-RJ) virou uma grande liderança.
Silas Malafaia - Ele teve 16 mil votos e só foi eleito deputado porque estava pendurado no Chico Alencar, que teve 220 mil votos, irmão! Com todo respeito, ele só tem essa voz toda porque é gay. Se não fosse, seria um zero à esquerda. Acha outro no Congresso com 16 mil votos que tenha representatividade para falar! Pô, o meu irmão (Samuel Malafaia) foi eleito deputado estadual com 135 mil votos! Se (Wyllys) não fosse gay, não estaria com essa banca toda.
Istoé - Usa segurança particular?
Silas Malafaia - Passei a andar com segurança faz um ano por causa de ameaças. Depois que comecei o enfrentamento ao ativismo gay, em 2008, passei a receber ameaças de morte. Eu não ligava, no começo. Uma vez, em um aeroporto, um sujeito quase me agrediu. E, continuadamente, por e-mail, Twitter, telefone, me ameaçavam. Nunca gostei de segurança, é horroroso. Mas precisei me precaver. Se vierem, vão encontrar quatro caras com muita disposição. Não vou tomar tapa de gay em aeroporto e nem em shopping, irmão, porque vai ficar ruim para mim! 
Fonte: Revista "Istoé", edição que está nas bancas

Hotel Íbis finalmente em março




Maquete do Hotel Íbis em vários ângulos
Foto: Reprodução

O Grupo Accor, que reúne as marcas Sofitel, Pullman, Novotel, Mercure, Ibis e Formule 1, está inaugurando novos hoteis, sendo 18 no Brasil - incluindo o Íbis Feira de Santana, cuja franquia é com o Grupo Braga. A previsão do empresário Orlando Braga é de finalmente inaugurar a unidade no início do mês de março deeste ano.
O empreendimento em Feira de Santana é de cerca de R$ 10 milhões e está concluído em área do Boulevard Shopping. O hotel é dotado de 128 apartamentos distribuídos em oito andares, além de um centro de convenções. Segundo o empresário Orlando Braga, o Íbis vai gerar cerca de 50 empregos diretos.
Além da construção, o Grupo Braga será o responsável pela gestão do Hotel Íbis. A construção do prédio foi iniciada mês em novembro de 2009.
Atualmente, a Accor conta com 187 hotéis na América Latina, sendo 152 no Brasil, somando 30.224 quartos (25.081 no Brasil).

"Abaixo-assinado contra Renan na Presidência do Senado chega a 120 mil assinaturas. Se quiser, veja como assinar"



Por Reinaldo Azevedo
A petição pública contra a recondução de Renan Calheiros (PMDB-AL) à Presidência do Senado chega às 120 mil assinaturas. Lançada na quinta-feira passada na Avaaz, a maior plataforma de abaixo-assinados do mundo, a campanha pegou fogo na rede. Enquanto escrevo, são 119.697 assinantes. A adesão cresce espantosamente a cada minuto.
Se quiser assinar, clique aqui.
Este é o texto que compõe a petição:
O Senador Renan Calheiros, que acaba de ser denunciado criminalmente ao STF pelo procurador-geral da República, é o favorito para ser o próximo presidente do Senado. Somente uma mobilização gigantesca pode impedir esta vergonha.
A última vez que Renan Calheiros foi presidente do Senado, em 2007, ele teve que renunciar após sérias denúncias de que um lobista pagava suas despesas pessoais, paralisando o Senado por meses. A denúncia agora é que, para se defender daquelas acusações, ele apresentou notas falsas. Após a aprovação da lei da Ficha Limpa e do julgamento do Mensalão, o país precisa deixar claro que não aceita mais que a moralidade pública fique em segundo plano.
Antes da denúncia ao STF, Renan era franco favorito, mas agora está surgindo uma forte articulação entre os Senadores contra sua candidatura e uma mobilização popular gigantesca nas próximas 48 horas - antes da eleição na sexta-feira - pode enterrar de vez os Planos de Renan. Assine agora essa petição, que foi criada pela ong Rio de Paz, e, ao atingirmos 100.000, assinaturas ela será lida no plenário do Senado por senadores que se opõem a Renan.
Fonte: "Blog Reinaldo Azevedo"

Faltam 10 dias para o I Encontro Nacional de Blogueiros Evangélicos




Está chegando o grande dia do Encontro Nacional de Blogueiros Evangélicos (Enblogue). O evento acontecerá no dia 9 de fevereiro, no Teatro Rosil Cavalcante, como programação paralela do 15º Encontro da Consciência Cristã, em Campina Grande-PB.
Nos últimos anos os blogs se transformaram em um dos principais meios de expressão e comunicação social. Essa nova ferramenta da cibernética foi responsável por uma verdadeira revolução na forma como se produz e compartilha conhecimento na rede mundial de computadores, e tem sido usado por muitos cristãos para a pregação e defesa do evangelho na Internet.
O Enblogue será o primeiro encontro que reúne blogueiros evangélicos de todo o Brasil, pretendendo debater esse assunto à luz da teologia cristã e trazer princípios bíblicos e estratégias para que a mensagem cristã produza verdadeiro impacto na rede mundial de computadores.
Dentro da programação haverá uma mesa de debate com a participação dos palestrantes Valmir Nascimento, Altair Germano, Carlos Roberto da Silva, Renato Vargens, Vinicius Pimentel e Norma Braga para discutir os temas: Qual de fato é o poder da blogosfera evangélica? Por que os líderes evangélicos devem investir ou apoiar blogs reconhecidamente evangélicos?
A inscrição é gratuita e pode ser feita no site do evento.
Visite Uniao de Blogueiros Evangelicos em: http://www.ubeblogs.com.br/?xg_source=msg_mes_network

"José do Egito" estreia na Record

Clique na imagem para ampliar

Convite da Amipe e Amebahia


Acusação contra Lula vai ao Ministério Público

O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, afirmou na terça-feira, 29, que poderá remeter ainda nesta semana para o Ministério Público que atua na Justiça de Primeira Instância as acusações do empresário Marcos Valério Fernandes de Souza contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
"Acredito que isso será feito nos próximos dias", afirmou. "Estou apenas concluindo a análise para que possa efetivamente verificar se não há qualquer pessoa com prerrogativa de foro envolvida e, em não havendo, como o ex-presidente já não detém essa prerrogativa de foro, a hipótese será de envio à Procuradoria da República em primeiro grau", disse.
No Brasil, autoridades têm direito à prerrogativa de foro e somente podem ser denunciadas pelo procurador-geral e julgadas pelo Supremo Tribunal Federal (STF).
Fonte: "O Estado de S. Paulo"

Deu em Claudio Humberto


terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Encontro de lideranças




Engenheiro agrimensor e companheiro do Rotary Club de Feira de Santana André Dórea, ladeado pelo ex-prefeito de Caculé Luciano Ribeiro e atual prefeito da cidade do Sudoeste Beto Maradona.

Trailer de "Caça aos Gângsteres"




Trailer de "Caça aos Gângsteres", que tem lançamento nacional nesta sexta-feira, 1º de fevereiro. Assista: http://youtu.be/bRVvEHk7xOs

"Caça aos Gângsteres" na tela




Emma Stone e Ryan Gosling em "Caça aos Gângsteres"
Foto: Divulgação

Na sexta semana cinematográfica do ano no Orient Cineplace, a partir desta sexta-feira, 1º, nada de "Lincoln", de Steven Spielberg, nem de "Django Livre", de Quentin Tarantino, ambos em cartaz no país. A única novidade é o drama de ação "Caça aos Gângsteres" (Gangsters Squad), de Rubens Fleischer.
"Caça aos Gângsteres" é uma reconstituição completa dos eventos envolvendo os esforços da Polícia para livrar a cidade do comando de um dos chefões da máfia mais perigosos de todos os tempos. A ação se passa em Los Angeles, 1949.
O mafioso Mickey Cohen (Sean Penn) comanda o show na cidade, recebendo os ganhos desonestos das drogas, armas, prostituição e, se tudo ocorrer conforme ele deseja, de todas as apostas feitas. Ele faz tudo isso com a proteção não só dos seus capangas, mas também dos policiais e políticos que estão sob seu controle. Isso é o suficiente para intimidar até mesmo o tira mais corajoso e esperto. A não ser que ele faça parte da pequena equipe secreta de policiais forasteiros do Departamento de Polícia de Los Angeles, liderada pelos sargentos John O'Mara (Josh Brolin) e Jerry Wooters (Ryan Gosling), que se unem para tentar acabar com Cohen
Em segunda semana, continuam "João e Maria Caçadores de Bruxas", na Sala 3D, e "O Resgate"; em quinta semana continua a animação "Detona Ralph"; e a comédia brasileira "De Pernas Pro Ar 2", em sexta semana de sucesso.

Bastidores de Petrobras na Fórmula 1



Confira os bastidores de Petrobras na Fórmula 1. 
Enviado por Avessotv 

"Solidariedade" é tema de palestra no Rotary


Pouco mais de cinco meses depois...


Em agosto do ano passado, a Boate Kiss, de Santa Maria-RS, anunciava: "Tour pelo sul do país! Vamos esquentar esse frio com muito rock n’roll! Velhas Virgens Rockinbeer Tour - 25 anos! Pra não deixar pedra sobre pedra!" Data: 17 de agosto de 2012, sexta-feira!. 

Deu em Claudio Humberto


segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

"Polícia Federal indicia nove pessoas por desvio de verbas do Segundo Tempo

Deu em Claudio Humberto 
A Polícia Federal de Campinas-SP indiciou nove pessoas ligadas a ong Para Frente Brasil, acusadas de desvio de verbas cedidas pelo programa Segundo Tempo do Governo Federal. Entre os indiciados estão a ex-vereadora da cidade e ex-jogadora de basquete Karina Valéria Rodrigues, gerente da entidade. O grupo é acusado por peculato, falsidade ideológica, formação de quadrilha, sonegação de contribuições previdenciárias, fraude de licitação e lavagem de dinheiro. O processo será encaminhado para parecer do Ministério Público Federal, que decidirá se fará a denúncia. Entre 2007 e 2011 a ONG recebeu R$ 30 milhões do governo para incentivar a prática de esportes para 18 mil crianças, jovens e adolescentes atendidos pela organização. Além do desvio de recursos, a ong beneficia um número menor de pessoas do que o declarado e há casos de funcionários fantasmas.

"Por Santa Maria!"

Por Maria Helena RR de Sousa 
Ontem perdemos outra grande batalha.
Chorar não resolve.
Demonstrar sentimentos de dor menos ainda.
Dar entrevistas?
Por Deus, calem a boca.
Postar mensagens de sofrimento, as autoridades que me desculpem, é matar os mortos pela segunda vez.
A única atitude que merecerá o respeito e a gratidão de um povo sofrido:
Nunca mais um estabelecimento, seja lá o que for, boate, shopping, clube, bordel, escola, escritório, cinema, bar, oficina, sem o alvará dos bombeiros em dia.
Sem a licença para funcionamento perfeitamente em ordem.
Nunca mais um espaço com uma única porta de saída, a não ser que seja uma lojinha de 3x3m
Shows de banda em locais fechados só com vistoria renovada dos locais onde se dará o show. E que o produtor do show seja um dos responsáveis legais.
Nunca mais a venda de sinalizadores (flares) a não ser para casos documentados como necessários e jamais para gracinhas em shows.
Já que prisão para os responsáveis é como a fumaça que a essa altura não mais paira sobre Santa Maria, que pelo menos a partir de hoje, 28 de janeiro de 2013, todos os estabelecimentos sem condições de funcionamento seguro sejam lacrados e as chaves do cadeado entregues a um grupo de jornalistas da cidade onde ficam esses espaços. O grupo de jornalistas será, juntamente com as autoridades eleitas ou nomeadas, o responsável legal pela possível reabertura que só se dará depois de cumpridas todas as leis sobre funcionamento em segurança de locais destinados a receber público.
Qualquer exibição de solidariedade é inútil diante da morte.
O que esperamos de nosso Governo e da Imprensa é ação positiva. Lágrimas cada um tem as suas. Não precisamos de estímulo para sofrer. E chorar.
Perdemos mais essa batalha. Vamos tentar não perder a guerra.
Fonte: "Blog do Noblat"

"CGU abre processo administrativo contra 'amiga íntima' de Lula"



A Controladoria-Geral da União (CGU) abriu um processo administrativo disciplinar nesta segunda-feira para punir Rosemary Noronha, ex-chefe do gabinete da Presidência em São Paulo e mulher de confiança do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Apontada como o braço político de uma quadrilha que fraudava e vendia pareceres técnicos do governo, Rose, como é conhecida, teve suas ações desbaratadas pela Operação Porto Seguro, da Polícia Federal, e foi indiciada pelos crimes de formação de quadrilha, corrupção ativa, falsidade ideológica e tráfico de influência.
O pedido de abertura do processo foi encaminhado pela Casa Civil da Presidência da República. "Sobre a comissão de sindicância, nós já encaminhamos à CGU e acatamos todas as determinações da comissão. Foi para a CGU para a instauração de procedimento administrativo", informou a ministra da Casa Civil, Gleisi Hoffmann.
A Casa Civil investigou o caso por meio de uma sindicância aberta no final de novembro para apurar a participação de servidores da Presidência da República no esquema de venda de pareceres técnicos. O grupo de investigação produziu um relatório sigiloso no início de janeiro em que recomenda a abertura do processo contra Rose. Entre as penalidades previstas estão a proibição de ocupar cargo público federal.
As investigações da Polícia Federal apontaram que Rose, ex-assessora do petista José Dirceu e muito próxima do ex-presidente Lula, negociava favores em troca dos serviços prestados à quadrilha. Lotada no gabinete da Presidência em São Paulo, ela fazia, conforme a PF, a intermediação entre empresas que queriam comprar pareceres fraudulentos de órgãos do governo e os servidores que poderiam consolidar a prática criminosa. Também foi detectada como de sua responsabilidade a nomeação dos irmãos Paulo e Rubens Vieira para diretorias da Agência Nacional de Águas (ANA) e da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Ambos chegaram a ser presos pela PF.
Comissão de Ética
Paralelamente ao processo administrativo, a Comissão de Ética Pública da Presidência da República também analisa a conduta de servidores federais no esquema revelado pela Operação Porto Seguro. Além de Rosemary Noronha, que já prestou informações formais ao órgão de aconselhamento da presidente Dilma Rousseff, são alvos do colegiado o ex-número dois da Advocacia-geral da União (AGU), José Weber Holanda, e os ex-diretores Paulo e Rubens Vieira. Nesta segunda-feira, a ex-juíza Suzana de Camargo Gomes foi designada relatora do caso na comissão.
Fonte: "Veja.com"

Qual escolher?



Coifa, depurador ou exaustor? Opções não faltam. Mas qual será mais
 indicado para sua cozinha? Na dúvida, é melhor procurar 
um especialista no assunto. 
Profissionais dão dicas para facilitar essa escolha

Projeto das decoradoras da Akinteriores Ana Karina Chaves e Klazina Norden: A cozinha recebeu a coifa com função de exaustor. O tamanho compacto fez com que este utensílio caísse bem no espaço e permitiu harmonia com a decoração (Foto: Divulgação)
Presente nas cozinhas modernas, a coifa, o depurador e o exaustor, facilitam a vida das donas de casa e deixa esse cantinho, tão requisitado, do lar mais limpo e organizado. Porém, na hora de escolher qual destes utensílios levar para casa muita gente ainda tem dúvidas. Para acertar na compra, as designers de interiores da Akinteriores, Ana Karina Chaves e Klazina Norden, dão dicas valiosas.
 "A coifa suga o ar, filtra-o, e o expele na cozinha por meio de dutos com saída pelo teto, laterais, forro ou parede. Já o depurador, filtra o ar e o devolve ao espaço mais de uma vez, tornando-o mais limpo. No caso do exaustor, ele apenas troca o ar quente, presente no espaço, por outro frio, que se encontra fora da residência. Não faz, portanto, nenhum tipo de purificação de ar como nos outros casos", esclarecem as profissionais.
As profissionais contam ainda em que tipo de morada esses itens são mais adequados: "O depurador é mais indicado em apartamentos com cozinhas menores, pois é mais compacto e possui um custo menor. No caso de cozinha gourmet, principalmente aberta para living, a coifa é ideal".
Todavia, Klazina e Ana Karina lembram que cada caso deve ser avaliado individualmente. "Fatores como espaço físico, disponibilidade para instalação de chaminé e preço devem sempre ser levados em conta. O aspecto visual também é importante, muitos preferem investir um pouco mais em uma coifa para utilizá-la como depurador de ar", alertam.
As profissionais, em um de seus recentes projetos, aderiram à coifa e explicam o motivo: "Utilizamos uma coifa, que na verdade, faz função de exaustor. Ela ficou mais adequada às instalações do local. Além disso, coifas são muito decorativas e, hoje, podemos encontrar uma infinidade de materiais para combinar com o décor da cozinha. O interessante é sempre aliar beleza à praticidade, fácil manutenção, e rendimento do equipamento".
(Com informações de de Ana Paula Horta e Fernanda Pinho, da Mão Dupla Comunicação)

Palestra sobre "Solidariedade"


"Ojeriza a cheques"

Deu em Claudio Humberto

 Nem a Policia Federal acredita mais em cheques. Além de preencher uma vasta lista de documentos para retirar passaporte, o interessado precisa pagar uma taxa em um banco, não sem antes imprimir o boleto pelo site PF. Neles, o aviso: cheques não serão aceitos.


domingo, 27 de janeiro de 2013

"Namorando com o suicídio"



Por J. R. Guzzo
Se nada piorar neste ano de 2013, cerca de 250 policiais serão assassinados no Brasil até o dia 31 de dezembro. É uma história de horror, sem paralelo em nenhum país do mundo civilizado. Mas estes foram os números de 2012, com as variações devidas às diferenças nos critérios de contagem, e não há nenhuma razão para imaginar que as coisas fiquem melhores em 2013 - ao contrário, o fato de que um agente da polícia é morto a cada 35 horas por criminosos, em algum lugar do país, é aceito com indiferença cada vez maior pelas autoridades que comandam os policiais e que têm a obrigação de ficar do seu lado. A tendência, assim, é que essa matança continue sendo considerada a coisa mais natural do mundo - algo que "acontece", como as chuvas de verão e os engarrafamentos de trânsito de todos os dias.

Raramente, hoje em dia, os barões que mandam nos nossos governos, mais as estrelas do mundo intelectual, os meios de comunicação e a sociedade em geral se incomodam em pensar no tamanho desse desastre. Deveriam, todos, estar fazendo justo o contrário, pois o desastre chegou a um extremo incompreensível para qualquer país que não queira ser classificado como selvagem. Na França, para ficar em um exemplo de entendimento rápido, 620 policiais foram assassinados por marginais nos últimos quarenta anos - isso mesmo, quarenta anos, de 1971 a 2012. São cifras em queda livre. Na década de 80, a França registrava, em média, 25 homicídios de agentes da polícia por ano, mais ou menos um padrão para nações desenvolvidas do mesmo porte. Na década de 2000 esse número caiu para seis - apenas seis, nem um a mais, contra os nossos atuais 250. O que mais seria preciso para admitir que estamos vivendo no meio de uma completa aberração?

Há alguma coisa profundamente errada com um país que engole passivamente o assassínio quase diário de seus policiais - e, com isso, diz em voz baixa aos bandidos que podem continuar matando à vontade, pois, no fundo, estão numa briga particular com "a polícia", e ninguém vai se meter no meio. Essa degeneração é o resultado direto da política de covardia a que os governos estaduais brasileiros obedecem há décadas diante da criminalidade. Em nenhum lugar a situação é pior do que em São Paulo, onde se registra a metade dos assassinatos de policiais no Brasil; com 20% da população nacional, tem 50% dos crimes cometidos nessa guerra. É coisa que vem de longe. Desde que Franco Montoro foi eleito governador, em 1982, nas primeiras eleições diretas para os governos estaduais permitidas pelo regime militar, criou-se em São Paulo, e dali se espalhou pelo Brasil, a ideia de que reprimir delitos é uma postura antidemocrática - e que a principal função do estado é combater a violência da polícia, não o crime. De lá para cá, pouca coisa mudou. A consequência está aí: mais de 100 policiais paulistas assassinados em 2012.

O jornalista André Petry, num artigo recente publicado nesta revista, apontou um fato francamente patológico: o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, conseguiu o prodígio de não comparecer ao enterro de um único dos cento e tantos agentes da sua polícia assassinados ao longo do ano de 2012. A atitude seria considerada monstruosa em qualquer país sério do mundo. Aqui ninguém sequer percebe o que o homem fez, a começar por ele próprio. Se lesse essas linhas, provavelmente ficaria surpreso: "Não, não fui a enterro nenhum. Qual é o problema?". A oposição ao governador não disse uma palavra sobre sua ausência nos funerais. As dezenas de grupos prontos a se indignar 24 horas por dia contra os delitos da polícia, reais ou imaginários, nada viram de anormal na conduta do governador. A mídia ficou em silêncio. É o aberto descaso pela vida, quando essa vida pertence a um policial. É, também, a capitulação diante de uma insensatez: a de ficar neutro na guerra aberta que os criminosos declararam contra a polícia no Brasil.

Há mais que isso. A moda predominante nos governos estaduais, que vivem apavorados por padres, jornalistas, ONGs, advogados criminais e defensores de minorias, viciados em crack, mendigos, vadios e por aí afora, é perseguir as sua próprias polícias - com corregedorias, ouvidorias, procuradorias e tudo o que ajude a mostrar quanto combatem a "arbitrariedade". Sua última invenção, em São Paulo, foi proibir a polícia de socorrer vítimas em cenas de crime, por desconfiar que faça alguma coisa errada se o ferido for um criminoso; com isso, os policiais paulistas tornam-se os únicos cidadãos brasileiros proibidos de ajudar pessoas que estejam sangrando no meio da rua. É crescente o número de promotores que não veem como sua principal obrigação obter a condenação de criminosos; o que querem é lutar contra a "higienização" das ruas, a "postura repressiva" da polícia e ações que incomodem os "excluídos". Muitos juízes seguem na mesma procissão. Dentro e fora dos governos continua a ser aceita, como verdade científica, a ficção de que a culpa pelo crime é da miséria, e não dos criminosos. Ignora-se o fato de que não existe no Brasil de hoje um único assaltante que roube para matar a fome ou comprar o leite das crianças. Roubam, agridem e matam porque querem um relógio Rolex; não aceitam viver segundo as regras obedecidas por todos os demais cidadãos, a começar pela que manda cada um ganhar seu sustento com o próprio trabalho. Começam no crime aos 12 ou 13 anos de idade, estimulados pela certeza de que podem cometer os atos mais selvagens sem receber nenhuma punição; aos 18 ou 19 anos já estão decididos a continuar assim pelo resto da vida.

Essa tragédia, obviamente, não é um "problema dos estados", fantasia que os governos federais inventaram há mais de 100 anos para o seu próprio conforto - é um problema do Brasil. A presidente Dilma Rousseff acorda todos os dias num país onde há 50 000 homicídios por ano; ao ir para a cama de noite, mais de 140 brasileiros terão sido assassinados ao longo de sua jornada de trabalho. Dilma parece não sentir que isso seja um absurdo. No máximo, faz uma ou outra reunião inútil para discutir "políticas públicas" de segurança, em que só se fala em verbas e todos ficam tentando adivinhar o que a presidente quer ouvir. Não tem paciência para lidar com o assunto; quer voltar logo ao seu computador, no qual se imagina capaz de montar estratégias para desproblematizar as problematizações que merecem a sua atenção. Não se dá conta de que preside um país ocupado, onde a tropa de ocupação são os criminosos.

Muito pouca gente, na verdade, se dá conta. Os militares se preocupam com tanques de guerra, caças e fragatas que não servem para nada; estão à espera da invasão dos tártaros, quando o inimigo real está aqui dentro. Não podem, por lei, fazer nada contra o crime - não conseguem nem mesmo evitar que seus quartéis sejam regularmente roubados por criminosos à procura de armas. A classe média, frequentemente em luta para pagar as contas do mês, se encanta porque também ela, agora, começa a poder circular em carros blindados; noticia-se, para orgulho geral, que essa maravilha estará chegando em breve à classe C. O número de seguranças de terno preto plantados na frente das escolas mais caras, na hora da saída, está a caminho de superar o número de professores. As autoridades, enfim, parecem dizer aos policiais: "Damos verbas a vocês. Damos carros. Damos armas. Damos coletes. Virem-se."

É perturbadora, no Brasil de hoje, a facilidade com que governantes e cidadãos passaram a aceitar o convívio diário com o mal em estado puro. É um "tudo bem" crescente, que aceita cada vez mais como normal o que é positivamente anormal - "tudo bem" que policiais sejam assassinados quase todos os dias, que 90% dos homicídios jamais cheguem a ser julgados, que delinquentes privatizem para seu uso áreas inteiras das grandes cidades. E daí? Estamos tão bem que a última grande ideia do governo, em matéria de segurança, é uma campanha de propaganda que recomenda ao cidadão: "Proteja a sua família. Desarme-se". É uma bela maneira, sem dúvida, de namorar com o suicídio.
Fonte: "Veja", edição que está nas bancas