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sexta-feira, 26 de outubro de 2012

"Cadeia para os malfeitores do PT, sim, sim, mas ainda faltam Lula, o dinheiro desviado e a reforma moral do Brasil"

Por Políbio Braga
São pelo menos três os graves desdobramentos de curto prazo que decorrerão do julgamento do Mensalão, cujos efeitos mais imediatos serão as prisões dos políticos e empresários condenados, todos eles de enorme expressão por serem dirigentes do Partido que governa e de um banco de expressão nacional, o Banco Rural.
Os efeitos mais estruturais sobre os quais refere-se o editor, correrão simultaneamente a pelo menos duas inevitáveis ações da Procuradoria Geral da República, como consequência do julgamento do Mensalão:
1) O Congresso e o STF terão que resolver o imbroglio surgido com a decisão da Corte Suprema de constatar que o governo Lula usou dinheiro público e privado para corromper os parlamentares e obter a aprovação das leis que desejava, porque todas essas leis já não valem nada.
2) O dinheiro desviado (o ministro Joaquim Barbosa fala em R$ 123 milhões) terá que ser apurado e devolvido aos cofres públicos.
3) Lula, o verdadeiro chefe do Mensalão, agora apontado com todas as letras pelo operador, Marcos Valério, terá que ser levado às barras dos tribunais, condenado e preso como corrupto e corruptor.
Este escabroso caso ainda não terminou e precisa ser passado a limpo para que o Brasil dê um passo adiante.
A médio prazo, os efeitos atingirão toda a sociedade brasileira:
Justiça - Ainda não será a tolerância zero, mas os juízes, inclusive os de instância inferior, aplicarão com severidade o rol de penas previstos para políticos e governantes corruptos, o que refletirá sobre as ações do conjunto da sociedade.
Política - A reforma política, inclusive a partidária, será inevitável, porque Partidos como o PT e o PTB, envolvidos até a medula com a organização criminosa do Mensalão, não terão mais o que fazer dentro de uma sociedade democrática e civilizada

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