Foto: Divulgação
O Serviço Social do Comércio (Sesc), em parceria com a Universidade Estadual de Feira de Santana, através do Centro Universitário de Cultura e Arte, apresenta a Mostra 1959 - O Ano Mágico do Cinema Francês, que leva ao público filmes inaugurais da chamada Nouvelle Vague francesa. Os filmes lançados em 1959 (e 1960) são de grandes diretores franceses.
O Sesc corrobora, através da Mostra, a profunda dívida do cinema moderno perante o universo criativo proposto por Godard, Truffaut, Resnais, Chabrol e Bresson em seus filmes de estréia. São obras indubitavelmente inaugurais, possuídoras de uma grandeza estética única, que antes de se destacarem por seu apuro visual, reafirmam-se mais pela definição de um estilo, em que leveza e criatividade reunidos contaminam tanto a narrativa quanto a estética cinematográfica empregada. Antes da exibição dos filmes, haverá uma análise fílmica pela professora de Civilização Francesa da Uefs, Leni Davi.
Local: Centro Universitário de Cultura e Arte, às 19 horas, com entrada franca.
PROGRAMAÇÃO
Nesta terça-feira, 14
"Hiroshima Meu Amor" (Hiroshima Mon Amour), de Alain Resnais, 1959. França/Japão, 90 minutos.O Sesc corrobora, através da Mostra, a profunda dívida do cinema moderno perante o universo criativo proposto por Godard, Truffaut, Resnais, Chabrol e Bresson em seus filmes de estréia. São obras indubitavelmente inaugurais, possuídoras de uma grandeza estética única, que antes de se destacarem por seu apuro visual, reafirmam-se mais pela definição de um estilo, em que leveza e criatividade reunidos contaminam tanto a narrativa quanto a estética cinematográfica empregada. Antes da exibição dos filmes, haverá uma análise fílmica pela professora de Civilização Francesa da Uefs, Leni Davi.
Local: Centro Universitário de Cultura e Arte, às 19 horas, com entrada franca.
PROGRAMAÇÃO
Nesta terça-feira, 14
Narra o encontro de uma atriz e um arquiteto japonês nos anos 50. Com diálogos literários, fotografia realista e rompimento da linearidade narrativa, o filme é reconhecido pela crítica como o mais sofisticado e bem-acabado da Nouvelle Vague. Não recomendado para menores de 16 anos.
Na terça-feira, 21
"Quem Matou Leda?" (À Double Tour), de Claude Chabrol, 1960. França/Itália, 110 minutos. Com o uso de flashbacks e vinhetas, o diretor apresenta um thriller de infidelidade, obsessão e assassinato em um vinhedo da Provence. Neste filme encontramos as principais características artísticas da Nouvelle Vague francesa nascente. Livre para todos os públicos.
Na terça-feira, 28
Na terça-feira, 28
"Pickpocket" (Pickpocket), de Robert Lamy, 1959. França, 79 minutos.
Conta a história de jovem introspectivo e revoltado com a estrutura social, que começa a bater carteiras pelo prazer e a emoção de roubar. O filme é uma concretização das teorias de Bresson acerca do cinema: o diretor buscava acentuar a distinção da linguagem cinematográfica em relação a todas as outras. Livre para todos os públicos.
(Postado por Thaís Oliveira, com informações do Centro Sesc de Feira de Santana)
Conta a história de jovem introspectivo e revoltado com a estrutura social, que começa a bater carteiras pelo prazer e a emoção de roubar. O filme é uma concretização das teorias de Bresson acerca do cinema: o diretor buscava acentuar a distinção da linguagem cinematográfica em relação a todas as outras. Livre para todos os públicos.
(Postado por Thaís Oliveira, com informações do Centro Sesc de Feira de Santana)


Nenhum comentário:
Postar um comentário