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quinta-feira, 23 de outubro de 2008

Ô coisinha tão bonitinha do pai! Você vale ourooo, todo meu tesourooo




Deu no Blog Reinaldo Azevedo:


Mino Carta tem um blog. Juro pra vocês que eu não leio — mas não sou só eu, né? Quase ninguém lê. Anteontem, ele postou a foto que vai acima, em que faz uma brincadeira amorosa com o queixo barbudinho do presidente Lula. Um amigo me mandou o link. Se vocês olharem bem, mas bem mesmo, Apedeutakoba está um pouco constrangido. Não é pra menos. Tudo tem limites. Ou quase tudo.

Com a divulgação da foto (de Masao Goto Filho), suponho, Mino quer mostrar quão influente e poderoso ele é. E como é independente a revista que ele faz — aquela que dá desconto em assinatura para filiados ao PT e que jamais deixa de ser atendida com a publicidade da secretaria de Franklin Martins.

O ângulo da foto é um tanto estranho. Lula não chega a ser um homem alto, mas não há hipótese de ser mais baixo do que Mino, porque quase ninguém é em todo o mundo. Estaria o velho lobo da imprensa sobre um banquinho ou teria exagerado no salto alto? Reparem no olhar embevecido do ministro da Justiça, Tarso Genro, e no olhar perdido de Altemir Gregolim, o ministro da Pesca. Estaria à procura de um peixão? Naquele ambiente? Pobrezinho! A imprensa independente brasileira já tem o seu emblema. Só falta Mino cantar para Lula:

coisinha tão bonitinha do pai, ô coisinha tão bonitinha do pai, Você vale ouroooo, todo meu tesouroooo...

Ah, nada contra o convívio cordial. Compareceram, por exemplo, ao lançamento do meu livro, em São Paulo, o governador José Serra (PSDB); o vice Alberto Goldman (PSDB); o prefeito Gilberto Kassab (DEM); o secretário de Subprefeituras, Andrea Matarazzo; o ex ministro-chefe da Casa Civil e do Desenvolvimento (FHC) e hoje secretário de Governo da Prefeitura de São Paulo, Clóvis Carvalho; a senadora Katia Abreu (DEM-TO) e o ex-senador e hoje presidente de honra do DEM, Jorge Bornhausen (SC). Era um evento aberto. Além deles, outras 300 pessoas estiveram lá. Até o CQC! E não fui eu que chamei, hehe... Mas não peguei no queixo de ninguém, não, viu? A razão é simples: não tenho intimidade com nenhum deles para tanto. Aliás, eu só pego mesmo é no queixo da Dona Reinalda.

Um comentário:

Anônimo disse...

ridículo